SINDICATO DOS TRABALHADORES DO JUDICIÁRIO FEDERAL E MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO - FUNDADO EM 28 DE NOVEMBRO DE 1998 - FILIADO À FENAJUFE

EM DEFESA DE VIDAS E DIREITOS

“Bolsonaro nunca mais” é a palavra de ordem das mulheres para atos de 4 de dezembro

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No próximo sábado, 4, movimentos e coletivos feministas, centrais sindicais e diversos movimentos sociais realizam mobilizações em todo o Brasil pelo fim do governo de Jair Bolsonaro, contra a fome, a miséria, o machismo, o desemprego e a violência. Em Porto Alegre, a concentração será às 16h, na Praça do Tambor, próxima à Usina do Gasômetro. O Sintrajufe/RS participará da atividade. 

Há muitos motivos para a palavra de ordem “Bolsonaro nunca mais!”. Além de ser um péssimo gestor, que colocou a economia do país no buraco, com altas taxas de desemprego e inflação, aumento da fome e da miséria, Bolsonaro é o presidente mais machista da história do Brasil. A reforma administrativa (PEC 32), proposta por este governo também é um duro golpe, pois todos os serviços públicos de atendimento à mulher podem acabar ou serem privatizados. 

São 29 organizações que assinam o chamado para o ato: a Articulação de Mulheres Brasileiras (AMB), a Marcha Mundial de Mulheres (MMM), o Movimento Negro Unificado (MNU), o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e a União de Negras e Negros pela Igualdade (Unegro), as mulheres do Partido dos Trabalhadores (PT), do Partido Socialismo e Liberdade (Psol), do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e da Central de Trabalhadoras e Trabalhadores do Brasil (CTB).

Governo Bolsonaro destrói vidas e direitos

Inspirada na campanha #EleNão, que realizou massivos atos contra Bolsonaro no período eleitoral em 2018, a mobilização atual realizou, como processo preparatório, uma plenária online no dia 23 de novembro. Houve a participação de 470 pessoas de diferentes partes do país. Entre as cidades com o ato já confirmado figuram também Recife (PE), Natal (RN), Fortaleza (CE), Curitiba (PR), Belo Horizonte (MG), São Paulo (SP), Campinas (SP), Santos (SP), Brasília (DF), Aracaju (SE), Palmas (TO), Rio de Janeiro e Mossoró (RN).

Fonte: CUT/RS