Na última semana, o TRT4 anunciou as candidaturas à Presidência e à Vice-Presidência do tribunal e aos cargos de direção e vice-direção da Escola Judicial. Os nomes foram confirmados em sessão do Tribunal Pleno. A escolha definirá os e as ocupantes dos cargos administrativos para o biênio 2023/2025.
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Nomes
À Presidência do TRT4, os e as concorrentes são Laís Helena Jaeger Nicotti (atual vice-corregedora), Ricardo Hofmeister de Almeida Martins Costa (atual vice-presidente) e Tânia Regina Silva Reckziegel. Já à Vice-Presidência, concorrem os desembargadores Alexandre Corrêa da Cruz, Cláudio Antônio Cassou Barbosa e Luiz Alberto de Vargas.
A nominata da Escola Judicial tem o desembargador Fabiano Holz Beserra (atual vice-diretor) e a desembargadora Luciane Cardoso Barzotto para o cargo de diretor ou diretora; a desembargadora Maria Silvana Rotta Tedesco é a única candidata para a função de vice-diretora.
Procedimentos
Nos dias 21, 22 e 25 de setembro, as candidaturas serão submetidas a consulta não-vinculativa junto aos desembargadores e juízes titulares e substitutos da 4ª Região. Os votos dos membros do segundo grau têm peso maior, equivalente à divisão do número de juízes titulares e substitutos pelo número de desembargadores em atividade 30 dias antes da consulta. A eleição do Tribunal, em que apenas os desembargadores votam, acontecerá em 6 de outubro. Na oportunidade, também serão escolhidos o corregedor ou corregedora e o vice-corregedor ou vice-corregedora do próximo período, cargos não contemplados na consulta prévia. A posse dos eleitos ocorrerá em 1º de dezembro.
Democratização do Judiciário: servidores e servidoras têm o que dizer sobre a administração dos tribunais, mas estão fora do pleito
No TRT4 e nos demais tribunais, o Sintrajufe/RS se posiciona historicamente em defesa de mecanismos de democratização do Poder Judiciário. Esse processo necessário passa pela facilitação do acesso da população à Justiça e pelo fortalecimento da transparência institucional, bem como pela aproximação entre o Poder e as demandas da sociedade. Mas passa, também, pela ampliação da participação de servidores e servidoras nas diversas instâncias de direção dos tribunais, assim como pelo diálogo das administrações com o sindicato, entidade que representa os servidores e as servidoras. Para além disso, a democratização não é uma demanda somente de quem trabalha nos tribunais, mas de toda a população que é atendida pelo Judiciário e quem tem pouca ou quase nenhuma via de interferência nos rumos do Poder.
Com informações da Secom do TRT4













