SINDICATO DOS TRABALHADORES DO JUDICIÁRIO FEDERAL E MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO - FUNDADO EM 28 DE NOVEMBRO DE 1998 - FILIADO À FENAJUFE E CUT

PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

Fenajufe participa do II Seminário de Ativismos para a Luta Anticapacitista na Justiça do Trabalho

A Fenajufe participou do II Seminário da Luta contra o Capacitismo, nos dias 22 e 23, realizado na semana do Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, celebrado em 21 de setembro. Promovido pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) e pelo Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), o encontro debateu direitos e acessibilidade das pessoas com deficiência.

Promovido pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) e pelo Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), o seminário ocorreu na semana do Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, celebrado em 21 de setembro. Durante os dois dias, a programação abriu espaço para a troca de experiências sobre os desafios enfrentados por servidoras e servidores com deficiência no ambiente de trabalho.

A servidora do TRT4 Renata Covalski, integrante do Coletivo PCD da Fenajufe por indicação do Sintrajufe/RS e ativista na luta contra o capacitismo, participou da mesa “Sem visibilidade, não há direitos: o papel do ativismo das pessoas com deficiência”. Durante o debate, Renata falou sobre experiências que a levaram a atuar pela inclusão e pela igualdade de direitos no serviço público.

A necessidade de dar visibilidade a essas pautas também foi destacada por Ricardo Soares, membro do Coletivo, representante do Sisejufe/RJ. Segundo ele, o seminário contribui para ampliar esse debate, mas as discussões sobre inclusão e acessibilidade precisam continuar ao longo de todo o ano, e não apenas no mês de setembro.

Capacitismo institucional

O aumento de nomeações é uma demanda recorrente da federação e dos sindicatos. No entanto, o capacitismo pode criar barreiras para o ingresso de pessoas com deficiência no serviço público.

Exemplo disso é um caso envolvendo o concurso para analista do TST. Em 2023, as convocações pela ampla concorrência avançaram, enquanto a lista destinada às pessoas com deficiência não teve o mesmo andamento. À época, a justificativa foi de que novas convocações pela lista PCD ultrapassariam a proporção prevista para as cotas.

Fonte: Fenajufe