O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu cancelar o contrato que havia firmado para a instalação de uma sala VIP exclusiva para os seus 27 ministros no Aeroporto Internacional de Brasília. O contrato, que também previa uma série de outros privilégios, foi suspenso após decisão unânime da administração do TST.
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A suspensão foi assinada pelo novo presidente do tribunal, ministro Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, que assumiu a Presidência com um discurso de austeridade. Nos últimos meses, a magistratura tem aprovado uma série de autoconcessões, que vêm sendo criticadas pelo Sintrajufe/RS em diversas publicações.
A própria instalação da sala VIP foi tema de matéria do Sintrajufe/RS em agosto. A contratação incluía, por exemplo, a disponibilização de um funcionário do aeroporto para acompanhar cada ministro. Haverá também estacionamento privativo. Além da sala VIP em si. Segundo matéria da Folha de S. Paulo à época, o local teria 44 metros quadrados, piso de granito e paredes de gesso, com copa e banheiros exclusivos.
O custo da sala VIP seria de R$ 1,5 milhão pelo período de dois anos, duração do contrato com a empresa Inframérica, que administra o aeroporto e que fora contratada sem licitação.











