Até essa quarta-feira, 8, o governo do estado declarou terem sido arrecadados pelo Pix cerca de R$ 70 milhões. Em coluna da jornalista Marta Sfredo, de Zero Hora, foi informado que, “por maioria”, a decisão é de que “o dinheiro precisa estar nas mão das pessoas”.
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O dinheiro foi depositado em uma conta da Associação de Bancos formada por Banrisul, BRDE e Badesul. O Banrisul foi ameaçado pela privatização, destino da CEEE e da Corsan, justamente no governo de Eduardo Leite (PSDB).
Segundo informações publicadas no site sosenchentes.rs.gov.br, os recursos arrecadados pelo governo do estado através de depósitos via Pix “serão revertidos para o apoio humanitário a vítimas das enchentes e para a reconstrução da infraestrutura dos municípios”. Contudo, até agora não há definição da destinação e critérios para distribuição dos recursos.

Leite criou, por decreto, um Comitê Gestor para decidir a forma de aplicação desses recursos. Esse Comitê será composto por setores do governo e por entidades privadas, empresariais, sociais e assistenciais. O Comitê Gestor tem os seguintes integrantes:
Comitê Gestor, fora órgãos do próprio governo, é dominado por entidades empresariais, veja a lista:
| Associação dos Bancos no Estado do Rio Grande do Sul |
| Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs) |
| Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS) |
| Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) |
| Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do Rio Grande do Sul (Fecomércio) |
| Fundação Marcopolo |
| Instituto Elisabetha Randon |
| Lions Club |
| Rotary Club |
| Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/RS) |
| Central Única das Favelas (Cufa) |











