Na sexta-feira, 28, a partir das 19h30min, haverá o pré-lançamento da plataforma digital Oríkì Arte Afrodiaspórica, criada para preservar, difundir e fortalecer a arte negra do Brasil e da diáspora africana. A jornalista do Sintrajufe/RS e historiadora da arte, Rosane Vargas, é uma das curadoras do projeto. A atividade será realizada no Pontão de Cultura Gêneros em Rede (rua João Alfredo, 698, bairro Cidade Baixa, em Porto Alegre), aberta ao público, com apresentação musical do Coletivo Savannah, formado por Kobby e Jon Bross.
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Idealizada pela historiadora da arte e curadora Izis Abreu, a plataforma tem o propósito de funcionar como um “quilombo virtual”, conectando artistas, agentes culturais, pesquisadores, instituições e coletivos do país e do mundo. Durante o pré-lançamento, será disponibilizado o formulário de inscrição que permitirá a criação dessa rede de contatos.
Valorização e memória
A plataforma será estruturada em quatro núcleos interligados. O primeiro, com curadoria de Izis Abreu, é o Acervo, concebido como um repositório digital de imagens, sons, vídeos e textos dedicados a documentar e contextualizar expressões artísticas da diáspora africana. O segundo, chamado Comunidade, tem como responsável a artista visual Andrea Hygino e funcionará como uma rede que reúne artistas, curadores, mestres da cultura, museus, terreiros e quilombos, promovendo trocas e circulação da produção artística.
O terceiro eixo, com curadoria de Rosane Vargas, é o Programa Público, responsável por atividades presenciais e virtuais – como exposições, residências, seminários e intercâmbios culturais – com programação prevista entre novembro de 2025 e abril de 2026. A ação inaugural desse programa será justamente o pré-lançamento desta sexta-feira, 28. Por fim, o quarto núcleo, o Programa Educativo, voltado ao letramento racial, à formação e à produção de conteúdos pedagógicos, tem como responsável a educadora Michele Zgiet.














