SINDICATO DOS TRABALHADORES DO JUDICIÁRIO FEDERAL E MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO - FUNDADO EM 28 DE NOVEMBRO DE 1998 - FILIADO À FENAJUFE E CUT

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Fenajufe envia novo ofício ao STF reivindicando reajuste de auxílios alimentação e pré-escolar; federação pede que retroaja a janeiro

A Fenajufe encaminhou, nesta quarta-feira, 21, ofício ao Supremo Tribunal Federal (STF) reiterando o pedido de reajuste dos auxílios alimentação e pré-escolar dos servidores e servidoras do Judiciário Federal. A solicitação é fundamentada em estudo que apresenta a estimativa de impacto orçamentário para a aplicação do índice de 17,5% sobre os valores atuais.

Com esse percentual, o valor passaria de R$ 1.784,42 para R$ 2.096,69, no caso do auxílio-alimentação, e de R$ 1.235,77 para 1.472,52 no caso do auxílio pré-escolar.

O percentual proposto é o mesmo que está sendo adotado para as carreiras do Poder Executivo Federal. Outros Poderes da República, como o Senado, também já implementaram o reajuste de seus servidores conforme o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado de janeiro de 2025 até dezembro de 2025, incidente sobre o valor praticado em dezembro de 2025.

Em dezembro de 2025, a Fenajufe já encaminhara ofício ao STF com um estudo apresentando a estimativa do impacto orçamentário para os reajustes. Além da estimativa do valor, o estudo também demonstra a viabilidade orçamentária para concretização do aumento pretendido no âmbito do Poder Judiciário da União. Na ocasião, a federação ressaltou ainda que cabe ao STF a tarefa de valorização das carreiras do PJU, instituindo reajuste real nas rubricas referentes ao auxílio-alimentação e da assistência pré-escolar.

Agora, consta também no pedido a defesa do pagamento retroativo dos benefícios. Isso porque, na prática, o mês de incidência deve corresponder ao início do ano corrente. Dessa forma, mesmo que a implementação ocorra em mês posterior, é fundamental que o reajuste das referidas verbas retroaja ao mês de janeiro.

Fonte: Fenajufe

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil