No dia 29, as Três Esferas da CUT e a Frente Parlamentar Mista do Serviço Público realizarão a Marcha Nacional do Serviço Público contra a Reforma Administrativa, em Brasília. Em todo o país, sindicatos que representam servidores e servidoras estão organizando caravanas; o Sintrajufe/RS é um deles, e enviará 15 colegas. A CUT/RS também enviará ônibus para a atividade.
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O ônibus da CUT/RS, com 44 lugares, partirá de Porto Alegre no dia 27, às 16h, com retorno previsto para o dia 31. As inscrições devem ser feitas com o envio do nome completo, RG, CPF e celular para o e-mail [email protected].
Veja os nomes dos e das colegas que integram a caravana do Sintrajufe/RS:
Andreia Tereza Cover Soares – JF Caxias do Sul
Clarice Ribeiro Camargo – JF Porto Alegre
Eduardo Dutra – Diretor de base, JF Novo Hamburgo
Fabrício Dias Loguércio – Diretor do Sintrajufe/RS, JF Porto Alegre
Fagner Vinicius Marques – Diretor do Sintrajufe/RS, JF Novo Hamburgo
Gabriele Nunes Pinto – JF Cachoeira do Sul
Janice Bogado – JF Santa Maria
Josiani Evelin Pacheco – JF Santa Cruz do Sul
Luciano Lutz Pinto – JF Gravataí
Mara Rejane Weber – Diretora Sintrajufe, aposentada
Marcelo Carlini – Diretor Sintrajufe/RS, JF Porto Alegre
Miqueias Colaço – JT Osório
Paulo Guadagnin – Diretor Sintrajufe/RS, TRT4
Renata Covalski Geraldo – TRT4
Zé Oliveira – Diretor Sintrajufe/RS, TRF4
Cavalo de Troia
Já tramitam, na Câmara e no Senado, projetos que acabam com privilégios de setores do serviço público, supersalários e, em especial, as autoconcessões da magistratura e procuradores federais e estaduais. No entanto, com o discurso de que quer acabar com esses privilégios, a reforma administrativa liderada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (REP-AL), e pelo deputado Pedro Paulo (PSD-RJ), mira nos serviços públicos e nos direitos dos servidores e servidoras. Sob uma falsa capa de austeridade, a proposta é um cavalo de Troia, com numerosos prejuízos aos servidores e servidoras e à população que precisa dos serviços públicos.
Entre outras medidas, a proposta cria obstáculos a concursos públicos, rebaixa salários de ingresso, vincula a estabilidade e progressões na carreira a metas individuais, além de pôr fim a pagamentos de direitos a servidores e servidoras pela via administrativa (como no caso dos quintos, por exemplo). É, na verdade, uma reforma fiscalista, que aumenta a pressão por terceirizações e contratos precários.
Os malefícios da reforma foram denunciados, na terça-feira, 14, em audiência no auditório Nereu Ramos, em sessão conjunta da Comissão de Finanças e Tributação (CFT) e da Comissão de Administração e Serviço Público (Casp) da Câmara. A diretora do Sintrajufe/RS Arlene Barcellos, falando em nome da Fenajufe, afirmou que a reforma administrativa “fere profundamente o serviço público, as servidoras, os servidores e o direito da população ao Estado presente”.













