SINDICATO DOS TRABALHADORES DO JUDICIÁRIO FEDERAL E MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO - FUNDADO EM 28 DE NOVEMBRO DE 1998 - FILIADO À FENAJUFE E CUT

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Popularidade de Bolsonaro desaba em menos de oito meses de governo

Nova pesquisa divulgada nessa terça-feira, 27, demonstra em números o que já se vê nas ruas: a popularidade de Jair Bolsonaro (PSL) e de seu governo desmorona a cada dia. Com menos de oito meses no governo, Bolsonaro já é avaliado negativamente por 53,7% dos brasileirosesse í­ndice era de 28,2% em fevereiro. A avaliação do governo também desaba: 39,5% consideram o governo ruim ou péssimo, ante 19% que faziam a mesma avaliação em fevereiro. A pesquisa foi divulgada pelo Instituto MDA, em parceria com a Confederação Nacional do Transporte (CNT).

Questionados sobre se Bolsonaro tem cumprido promessas de campanha, apenas 9,5% dos entrevistados se disseram plenamente satisfeitos. Enquanto isso, 45,4% responderam que o presidente atinge em partes os compromissos firmados antes de vencer a eleição. Em relação a agendas especí­ficas do governo, a mais rejeitada foram os decretos de liberação de posse e porte de arma de fogo (39,1%), seguida pelo uso constante de palavras ofensivas e comentários inadequados (30,6%). O congelamento de verbas aplicadas na educação foi lembrado por 28,2%.

Para 22,4%, não há nenhuma ação positiva no atual governo. Apenas 6% dizem que a gestão não apresenta nenhuma ação negativa. Entre as piores ações do governo, elencadas pelos entrevistados, aparecem o decreto da liberação de posse e porte de armas (39,1%), o uso de comentários ofensivos (30,6%) e o contingenciamento de verbas da educação (28,2%).

A pesquisa também perguntou sobre a indicação do filho do presidente, Eduardo Bolsonaro (PSL), para a vaga de embaixador do paí­s em Washington (EUA); 72,7% dos entrevistados consideram a indicação inadequada.

Foram realizadas 2.002 entrevistas entre os dias 22 e 25 de agosto, em 137 municí­pios de 25 Unidades da Federação. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.

Com informações do UOL e da Carta Capital.