A prevenção do suicídio pode ser implementada de diversas formas, como cobertura midiática responsável e não sensacionalista, políticas públicas sobre o uso de álcool e outras drogas, investimentos em serviços públicos de saúde mental e treinamento de profissionais. Mas também pode ser trabalhada individualmente, com compaixão e empatia.
A escritora norte-americana Lori Chandler afirma que a empatia é o portão para a compaixão. É compreender como alguém se sente e tentar imaginar como aquele sentimento se manifestaria em vocêé uma forma de se relacionar com o outro. A compaixão vai um pouco mais além. É sentir o que aquela pessoa está sentindo, abraçar tal sentimento, aceitar que ele existe e tomar algum tipo de atitude a partir daí .
A Organização Mundial da Saúde enfatiza que o suicídio não é um fenômeno inevitável. Não há evidência que dê suporte à ideia de que perguntar sobre suicídio provocará ideações suicidas. Falar abertamente, de modo não crítico, afetuoso, e provendo suporte é a melhor maneira de iniciar a prevenção quando há suspeita de que alguém está vivenciando um sofrimento intenso. Não se trata de resolver os problemas da pessoa ou propor soluções imediatas. Escutar de modo respeitoso e encorajá-la a procurar ajuda profissional são ações inestimáveis nesse processo.
Em todo o Brasil, desde 2014, este é o mês da campanha Setembro Amarelo. A escolha aproveita o fato de o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio ocorrer em 10 de setembro. A data, instituída pela Organização Mundial de Saúde (OMS), busca romper o silêncio sobre o assunto, tendo como tema Falar é a melhor solução .
Sintrajufe/RS, com informações do site Comporte-se









