Geddel Vieira Lima, ex-ministro de Temer e Lula, tornou-se o assunto mais comentado desta terça-feira, 5, quando foram encontrados mais de R$ 51 milhões em um apartamento emprestado a ele por um empresário.
Esse é o mais novo capítulo da novela sem fim da corrupção no Brasil, que a cada dia ganha as manchetes com novos protagonistas, diferentes quantias de dinheiro e o mesmo prejudicado: o povo. Enquanto o governo rouba descaradamente, utiliza o pretexto da crise para retirar direitos dos trabalhadores e aposentados. O mesmo governo que distribui bilhões de reais aos parlamentares tem a ousadia de dizer que a culpa da crise é dos direitos dos trabalhadores ou da aposentadoria suada dos idosos. O mesmo dinheiro que o governo afirma faltar para a aposentadoria, sobra para a corrupção.
Dia 14 de setembro será um dia nacional de mobilização dos servidores públicos federais e de outras categorias da iniciativa privada contra a retirada de direitos e em defesa do serviço público. Os servidores do Judiciário Federal do Rio Grande do Sul aprovaram parar os trabalhos por 24 horas no dia 14 e realizar atos públicos específicos e em conjunto com outras categorias.
Além das concentrações habituais nos prédios, às 13h30min haverá concentração dos colegas da Justiça Federal, que farão atividade de mobilização em frente ao prédio, aproveitando a grande movimentação decorrente do Acampamento Farroupilha. Às 14h30min, será realizado ato público unificado na Justiça do Trabalho e, no final da tarde, os servidores do Judiciário Federal irão juntar-se ao ato que deve ocorrer com as demais categorias, com local e horário a serem confirmados em reunião das entidades sindicais que organizam a atividade. As informações serão divulgadas nos meios de comunicação do Sintrajufe/RS.









