Em assembleia de base realizada na tarde desta terça-feira, 25, os colegas da Justiça do Trabalho de Porto Alegre deliberaram sobre a mobilização para a greve geral que vai parar o país nesta sexta-feira, 28 de abril. A greve, chamada por todas as centrais sindicais, com o intuito de barrar as “reformas” da previdência e trabalhista.
As falas apontaram para a necessidade de parar o Brasil no dia 28 para dar uma resposta contundente ao “projeto Temer” de desmonte da previdência e dos direitos trabalhistas. Depois do congelamento real de gastos sociais por duas décadas e a aprovação de forma sorrateira da terceirização irrestrita, só a unidade da classe trabalhadora pode barrar mais esses ataques do governo ao povo brasileiro.
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A assembleia aprovou por unanimidade uma atividade de entrega de panfletos à população explicando os prejuízos das reformas previdenciária e trabalhista para os trabalhadores brasileiros, junto com um chamado à greve geral da próxima sexta-feira, 28 de abril. Foram aprovadas também passagens nos setores da Justiça do Trabalho de Porto Alegre para reforçar o chamado para a greve geral. Ambas as atividades ocorreram nesta quarta-feira, 26. Â
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Por unanimidade a assembleia também aprovou proposta do Comitê de Atenção Prioritária ao Primeiro Grau de redução em uma hora no horário de atendimento externo. Para os colegas, com o advento do processo judicial eletrônico, não há mais necessidade de 8h diárias de atendimento nos balcões das secretarias. A deliberação da categoria será encaminhada ao comitê.
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Ainda, sobre o indeferimento do requerimento do Sintrajufe/RS para a inclusão dos servidores na consulta para as eleições para a adminsitração do TRT4, a assembleia aprovou o encaminhamento de um pedido de reconsideração ao tribunal que, caso negado, seja apreciado pelo conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT).









