Em assembleia de base realizada na tarde desta segunda-feira, 24, os colegas da Justiça Federal de Porto Alegre prepararam a mobilização para a greve geral da próxima sexta-feira, 28 de abril. Os presentes foram unânimes em condenar a reforma da Previdência proposta por Temer e em reforçar a importância de parar o país no dia 28.
As falas dos colegas e da direção do Sintrajufe/RS apontaram a necessidade de que, na sexta-feira, quem não for participar das atividades de mobilização permaneça em casa. A ideia é deixar a cidade vazia, agitada apenas pelos atos públicos marcados para a data. Com isso em mente, os colegas da JF decidiram não realizar concentração no prédio no dia da greve, dirigindo-se todos diretamente às varas trabalhistas, onde acontece ato em defesa da Justiça do Trabalho às 11h. Depois dessa atividade, todos deverão dirigir-se ao ato unificado convocado pelas centrais sindicais para a Esquina Democrática, ao meio-dia.
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Tornozeleiras eletrônicas
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Foi discutido ainda o procedimento adotado pelo Tribunal para colocação de tornozeleiras eletrônicas, o qual é feito por servidores de varas criminais ou plantonistas. Diversas reclamações vem sendo feitas ao sindicato a respeito da falta de atribuição, de estrutura, bem como de segurança para realização do procedimento nos moldes adotados pela administração.
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Foi apresentada proposta por colegas de uma das Varas Criminais no sentido da criação de um núcleo especializado para realização desse procedimento. Após debate, foi definido que, primeiramente, o sindicato verificará a competência da tarefa que, no entendimento dos colegas, deveria ser da Susepe e não do Tribunal. Ainda, o sindicato fará a verificação da compatibilidade do procedimento às atribuições dos cargos dos servidores hoje designados para a tarefa.
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Posteriormente, será discutida a proposta de criação de um núcleo especializado, prioritariamente vinculado à área de segurança, bem como a utilização do convênio já existente com a Susepe, nos moldes da Justiça Estadual.









