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Os dirigentes sindicais fizeram um rápido resumo sobre a mobilização da categoria na busca pela efetivação de um plano de saúde que contemple os servidores da Justiça Federal do RS, inclusive com a entrega, à administração, em 2016, de abaixo-assinado (LINK) com assinaturas de colegas de todo o estado. Segundo Picarelli, os estudos que estavam sendo feitos pela administração esbarraram na questão dos custos e concluiu-se que o atual modelo tem como vantagem o baixo custo.
A direção do sindicato explicou similaridades e diferenças entre o modelo adotado na JF e no TRF e os planos adotados na Trabalhista e na Eleitoral. Foi citado também estudo do economista Washington Moura Lima que mostrou devolução, por parte da administração, de valores que poderiam ser usados para um maior investimento. Foi destacado pelos dirigentes que, com a PEC 55/16 aprovada, tempos difíceis virão, mas que o estudo mostrou que havia, sim, sobra orçamentária na rubrica auxílio-saúde.

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O simulador disponibilizado no TRF4 mostrou que boa parte dos colegas quer discutir mudanças e, possivelmente, a adoção de um plano de saúde. Júlio César afirmou que, de acordo com dados do tribunal, em torno de 75% dos servidores preferem manter o atual modelo, mas foi corrigido pelos dirigentes do sindicato, que explicaram que o número não se refere à preferência dos colegas, mas ao percentual que teria algum acréscimo na mensalidade em caso de adoção de um plano de saúde. O plano, defenderam os dirigentes, traz possibilidade de organização com gastos de saúde, previsibilidade e segurança. Além disso, permitiria que os colegas fizessem mais consultas preventivas, em vez de apenas ou quase somente paliativas.
O juiz Picarelli, depois de ouvir os argumentos, informou que levará o assunto ao Comitê Gestor Regional da Política de Atenção Prioritária ao Primeiro Grau. Para o magistrado, é importante ouvir todos os servidores e magistrados. Por isso, indicará ao Comitê que seja instalado um simulador sobre o modelo atual e um plano de saúde também na 1ª Instância, além da realização de uma campanha institucional de divulgação sobre o assunto.
O Sintrajufe/RS enviará à direção do Foro cópias dos abaixo-assinados e também do estudo do economista Washington Moura Lima.
Auxílio pré-escolar
Em 2016, o Conselho da Justiça Federal determinou a ilegalidade do pagamento de custeio sobre o auxílio pré-escolar. O Sintrajufe/RS protocolizou ofício buscando o pagamento de valores já recolhidos aos servidores. Na reunião desta terça-feira, foi perguntado à administração se há previsão de pagamento dos passivos. A resposta é que o pagamento está sob análise.
Por Rosane Vargas, Sintrajufe/RS









