O preço da cesta básica de Porto Alegre cresceu 1,19% em agosto, passando para R$ 474,34, de acordo com levantamento da Pesquisa Nacional da Cesta Básica, realizada pelo Departamento Intersindical de Estudos Socioeconômicos (Dieese). Com isso, Porto Alegre é capital com a segunda cesta básica mais cara do Brasil, atrás apenas de São Paulo (SP). O aumento acumulado no ano é de 11,7%.
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O aumento foi registrado em 18 das 27 capitais brasileiras. As maiores altas percentuais ocorreram em Florianópolis (3,1%), Maceió (3,11%), Macapá (2,91%) e Curitiba (2,59%).
Salário mínimo precisaria ser 4,54 vezes maior
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De acordo com a Constituição Federal, o salário mínimo precisa ser o suficiente para suprir as necessidades dos(as) trabalhadores(as) e de suas famílias (incluindo alimentação, saúde, moradia, educação, transporte, higiene, previdência e lazer). Com base na cesta básica apurada em agosto e no texto constitucional (tomando por base uma família de quatro pessoas) o Dieese calcula que o mínimo nacional, de R$ 880,00, deveria ser de 3.992,75. Ou seja, 4,54 vezes maior.









