SINDICATO DOS TRABALHADORES DO JUDICIÁRIO FEDERAL E MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO - FUNDADO EM 28 DE NOVEMBRO DE 1998 - FILIADO À FENAJUFE E CUT

DESTAQUE

CUT ataca reposição da categoria em rede social


 
Em publicação no Facebook na manhã da quinta-feira, 2, a Central única dos Trabalhadores (CUT) atacou a aprovação de projetos de reposição salarial do funcionalismo público federal. A CUT replicou notí­cia do site Rede Brasil Atual, que, por sua vez, reproduziu dados da Folha de S. Paulo (jornal que, historicamente, distorce informações sobre o serviço público e os servidores).

 
Um dos exemplos da notí­cia é justamente o PL 2.648/15, de reposição salarial dos trabalhadores do Judiciário Federal. As justas reposições salariais de trabalhadores que estão com salários congelados há anos são tratadas como acordo costurado para atrair os servidores a apoiar o governo interino de Michel Temer (PMDB-SP). Segundo a CUT, aumentos, até então contidos por Dilma, foram aprovados como forma de atrair o apoio polí­tico dos servidores ao governo ilegí­timo . A Central reconhece que os reajustes estavam sendo contidos pelo governo Dilma, apesar dos acordos com as categorias, razão pela qual todo o funcionalismo federal ainda segue pressionando pela aprovação dos respectivos projetos salariais no Congresso.

 
A CUT, que afirma defender os trabalhadores, usa mentiras e alimenta o preconceito da sociedade contra o funcionalismo. Mostra o reajuste dos servidores como um gasto, e não como um investimento necessário para a manutenção de serviços de qualidade para a população, atuando em frontal contrariedade com os princí­pios do movimento sindical.

 
O Sintrajufe/RS repudia a atitude da CUT, que desrespeita uma categoria que conta com mais de 100 mil trabalhadores em todo o paí­s, e reafirma a defesa da recomposição das perdas salariais da categoria, que não será totalmente satisfeita com o PL 2.648/15, e a valorização do funcionalismo enquanto defesa da qualidade dos serviços públicos prestados à população.

 

Depois da publicação desta notí­cia, a postagem foi excluí­da do perfil da CUT, sem qualquer retratação.
 


Atualizado no dia 3/6/2016, às 17h32min.