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A cessão do imóvel para a Guayí começou em 2008 e se encerrou em abril de 2014, sendo prorrogada até março de 2015, quando deveria ser devolvido ao sindicato pela Oscip. No entanto, em reunião do Conselho Geral realizada em março de 2015, foi aprovada a proposta de extensão do prazo até a realização da primeira reunião do Conselho Geral de 2016. Houve o compromisso, por parte da Guayí, de atualizar o Conselho sobre as negociações a respeito de compra desse imóvel ou permuta por outro de valor equivalente.
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No dia 4 de dezembro de 2015, o sindicato enviou ofício à Oscip Guayí, lembrando que o prazo para solução definitiva sobre o destino da sede expira em março de 2016. Também foram solicitadas informações sobre as providências tomadas em relação à questão. Diferentemente do que noticiado anteriormente, a Oscip respondeu ao ofício, informando as providências que adotou desde o Conselho Geral de 2015 para permanência no imóvel, mas o documento de resposta foi extraviado. Na reunião de hoje, Leandro e Helena informaram que estão buscando medidas para viabilizar a permanência do Quilombo do Sopapo no imóvel da Rua Capivari.
Segundo afirmaram, foi feito contato com o governo do RS, a fim de que fosse realizada uma permuta com terrenos de propriedade do estado, um deles localizado na Avenida Ipiranga, de fundos para a sede do Sintrajufe/RS. Os representantes da Guayí disseram que as conversas com o governo não prosperaram, de forma que a avaliação dos presentes à reunião de hoje é de que esse é um caminho que não deve trazer resultados. Outro contato foi com a Secretaria Nacional de Economia Solidária, que firmou convênio com o Banco Nacional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BNDES), pelo qual o banco despenderia valores para a estrutura de organizações que trabalham com economia solidária. A Guayí, segundo informaram Helena e Leandro, está tentando contato com o governo federal, a fim de buscar que o BNDES possa viabilizar essa alternativa.
A direção do sindicato esclareceu que entende a importância do trabalho educativo e social realizado pelo Ponto de Cultura no bairro Cristal, mas ressaltou que o termo de cessão foi acordado entre as partes com prazo determinando, o qual já foi até prorrogado. Por esse motivo, a direção frisou que em março, na reunião do Conselho Geral, deve ser encaminhado o desfecho para a questão e a destinação do imóvel.
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