Em visita ocorrida no dia 23 de maio, o diretor do Sintrajufe/RS Fabiano da Silva e o médico do trabalho e assessor de saúde do sindicato Geraldo Azevedo ouviram os colegas das varas trabalhistas de Santa Rosa, na região Noroeste do estado. A visita integra o roteiro percorrido pelo Sintrajufe/RS aos municípios gaúchos que já implementaram o PJe.
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Na 1ª Vara, os servidores manifestaram queixas sobre a quantidade de cliques do mouse e sobre a falta de atalhos no teclado. Destacaram ainda a necessidade de utilizar programas acessórios, como o Infor, de não ter modelo de cálculo, de não gerar listagem de correio e de os documentos não serem ordenados na ordem em que são juntados. Sobre as pausas durante a jornada, afirmaram que as fazem ao longo do dia, inclusive para conversarem sobre as eventuais dificuldades que algum servidor tenha, mas admitiram que o trabalho no processo eletrônico vai ser mais cansativo que no físico.
Em relação aos problemas com o sistema, apontados pelos colegas de outras cidades, a maioria concordou com a percepção de que ele está incompleto. O PJe ainda está insatisfatório, mas sabemos que é questão de tempo para que os ajustes sejam feitos , disse um servidor. Sobre os aspectos relacionados à saúde, ele acham que o PJe é mesmo mais cansativo, destacando, principalmente, irritação nos olhos e cansaço visual. Alguns colegas reclamaram, também, do uso constante do mouse, e informaram que receberam a notícia de que um servidor de Caxias do Sul descobriu um modelo mais confortável para usar.
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Na 2ª Vara, os servidores afirmaram que foi difícil no início , quando ainda não conheciam o sistema, mas que foram buscando as soluções para os problemas que surgiam com a equipe de informática e por eles próprios.
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Em relação ao trabalho dos oficiais de justiça, houve queixa de que para fazer uma certidão gasta-se o dobro do tempo no PJe, em comparação com o Infor.
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