Durante
o encontro do Conselho Nacional de Entidades, a Confederação
Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), entidade filiada a
abril de 2013 que será focada na valorização dos profissionais em
educação e também agendou uma greve de três dias. Esta
semana tradicionalmente se destina ao debate das questões
educacionais e terá como prioridade o debate sindical da
mobilização, mais um ano que estaremos lutando para que o piso
salarial nacional seja efetivamente aplicado no nosso país com uma
greve nacional nos dias 23, 24 e 25 de abril, explica o
presidente da CNTE, Roberto Leão.
A
Confederação vai continuar defendendo a aplicação de 10% do PIB
para a educação pública. Esta proposta está prevista no Plano
Nacional de Educação que já foi aprovado pela Comissão de
Constituição e Justiça da Câmara, mas ainda falta a sua aprovação
no Senado.
Nós
continuamos nossa luta para que o Plano Nacional de Educação
estabeleça claramente que 10% do PIB serão investidos em educação
pública. Acho lamentável o que foi feito pelo senador Pimentel que
tirou a palavra pública, abrindo espaço para que seja feito um
festival com o dinheiro público em entidades particulares ,
refutou Leão.
Será
defendida também uma alterção na MP 592 que destina os royalties
do petróleo para a educação. Da forma atual, os recursos para a
área não chegam a 20%. A luta é para que o total dos royalties do
pré-sal sejam destinados apenas à educação. É uma riqueza que
é finda e que, portanto, precisa deixar um legado para as futuras
gerações e a maior forma de fazer isso é através da educação
também pública , destacou o presidente da CNTE.
Fonte:
CNTE/CUT









