Resultado da mobilização da categoria, em julho as folhas de pagamento de servidores e servidoras do Judiciário Federal e do Ministério Público da União (MPU) incluirão os 8% referentes à primeira parcela da reposição assegurada pelas leis 15.293/2025 e 15.373/2026, incidindo sobre a tabela salarial, FCs e CJs. A implementação representa a recuperação de parte das perdas salariais provocadas pelo congelamento imposto entre os anos de 2019 e 2022 e reafirma a importância da organização e da luta coletiva. A mobilização continua pela derrubada dos vetos 45/2025 e 17/2026, para garantir também as parcelas de 8% em 2027 e 2028, e se expressou no ato nacional realizado no dia 1º de julho e na organização da mobilização agendada para o dia 13 de agosto.
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Diferentemente da magistratura, que aprova penduricalhos muitas vezes elevando salários acima do teto constitucional, os servidores lutaram para que houvesse um projeto de lei, orçamento, e que ele fosse aprovado na Câmara e no Senado até a sanção presidencial. Da mesma forma, a categoria segue na luta, também, pela reestruturação da carreira
Garantia dos reajustes de 2027 e 2028 também é pauta da categoria
No último período, o Sintrajufe/RS vem se reunindo com vários parlamentares, especialmente da bancada gaúcha, a fim de buscar apoio para a derrubada dos vetos 45/2025 e 17/2026. O objetivo era que isso tivesse acontecido antes de meados de julho; no entanto, o recesso legislativo teve início sem que o presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União-AP), instalasse a sessão que analisará os vetos presidenciais e, além disso, incluísse os vetos 45/2025 e 17/2026.















