Na última segunda-feira, 29, o Sintrajufe/RS participou de reunião do Comitê pela Democracia do Vale do Paranhana, que reúne representantes de sindicatos, mandatos parlamentares e movimentos sociais da região. O objetivo da reunião foi avaliar as ações do dia 24 de março, dia nacional de mobilização em defesa dos serviços públicos, e preparar a continuidade da luta.
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No dia 24, uma articulação regional entre o Sintrajufe/RS e outros sindicatos que compõem o Comitê garantiu a fixação de faixas contra a reforma administrativa e o governo Bolsonaro em três cidades: Taquara, Parobé e Igrejinha. A avaliação dos participantes da reunião foi de que as ações na região conseguiram dar visibilidade ao movimento e às pautas da vacina para todos, auxílio emergencial e contra a precarização dos serviços públicos, além do chamado pelo fim do governo Bolsonaro. Avaliaram, por outro lado, que há crescimento de ataques violentos por parte de apoiadores do governoem Igrejinho, houve inclusive uma tentativa, por um homem, de retirada de uma das faixas. Assim, os participantes destacaram a importância de unidade e aglutinação de forças para fortalecer as pautas dos trabalhadores e trabalhadoras neste momento.

O Comitê foi criado em 2017 para organizar mobilizações contra a reforma da Previdência, sendo transformado, depois, em Comitê pela Democracia . Veja AQUI a página do Comitê no Facebook.
A reunião também encaminhou as próximas ações do Comitê. Uma delas será a publicação, na mídia local, de um texto sobre o período ditatorial pós-1964. Também será feita a divulgação de uma live na quarta-feira, 31 de março, às 20h, que irá tratar do tema “Ditadura: que ninguém esqueça nem nunca mais aconteça!”. A live poderá ser acompanhada AQUI. Também serão realizadas lives periódicas com temas relacionados à democracia e preparando para o dia 1º de maio, Dia dos Trabalhadores.
Conforme o diretor do Sintrajufe/RS Diogo Corrêa, para enfrentar o momento de extrema crise por qual passamos é indispensável estar ao lado das demais categorias de trabalhadores e movimentos sociais: É muito difícil fazer as críticas, mais do que necessárias, ao governo Bolsonaro numa região onde ele ainda mantém bastante apoio. Fazer parte de coletivos com o Comitê nos fortalece para continuar denunciando a política genocida de Bolsonaro e defender o serviço público , defende.















