Os
problemas causados aos servidores por causa das obras de reforma no
continuar por mais algum tempo. De acordo com o colega Cassiano
Rossini, engenheiro do Núcleo de Apoio Administrativo, o trabalho
dos operários só deverá estar concluído no final de fevereiro.
Rossini informou também que já notificou a empresa responsável
pelas obras a respeito da falta de equipamentos de proteção
individual dos trabalhadores. Nas visitas feitas pelo sindicato, nos
dias 1º e 4/2, observou-se que, além dos transtornos aos
servidores, provocados pelo barulho e pela poeira, os operários
trabalhavam completamente desprotegidos.
Desde
que o sindicato denunciou as condições críticas de trabalho e
saúde no local, alguns paliativos foram adotados. A seção de
Pagamento de Pessoal, por exemplo, está sendo acomodada no espaço
do Cejuscon, no piso térreo. No entanto, a Seção de Pessoal, do
Núcleo de Gestão Funcional, permanece ao lado das obras. Ao todo,
são 12 pessoas, entre servidores, terceirizados e estagiários,
ainda expostas à fina poeira de gesso e ao forte cheiro dos
materiais de construção. Também
permanecem no mesmo lugar os servidores do Núcleo
de Acompanhamento e Desenvolvimento Humano.
Apesar
de a situação crítica ter sido minimizada, ainda é bastante forte
a presença do pó de gesso e do cheiro de massa corrida. Na tarde
desta quinta-feira, 7, os operários já estavam usando capacete, ao
menos. E um trabalhador
havia sido destacado para passar pano molhado nos
corredores e no saguão do andar, para conter a poeira.
Para
tratar deste quadro, o Sintrajufe/RS solicitou uma audiência com o
diretor do Foro da Seção Judiciária do RS, juiz federal Eduardo
Tonetto Picarelli, em caráter de urgência. A reunião foi agendada
para o próximo dia 25,
às
14h.









