Nesta sexta-feira, 31, às 17h, será realizado ato público contra o massacre da população negra do Rio de Janeiro e de todo o país. A atividade acontecerá na Esquina Democrática, Centro de Porto Alegre, e é um protesto contra a morte de mais de 120 pessoas em uma operação das polícias Civil e Militar nos complexos da Penha e do Alemão, no RJ. Enquanto o governo carioca afirma a ação como “legal e necessária” para desarticular a cúpula do Comando Vermelho (CV), especialistas e organizações de direitos humanos cobram transparência sobre as circunstâncias das mortes, o uso de câmeras corporais e a situação dos corpos encontrados em uma área de mata.
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A CUT publicou nota em que repudia a chamada Operação Contenção e exige “investigação independente, transparência e a adoção de políticas de segurança pública que priorizem a vida e os direitos humanos, e não o uso desmedido da força”. A central condena “a escalada de violência, o descaso com a vida, o cerceamento de direitos, a interrupção de serviços essenciais e a transformação de comunidades em zonas de guerra” e afirma que “a segurança pública não pode ser sinônimo de terrorismo de estado e à custa da vulnerabilidade da população”.
















