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A primeira foi Seguir a cobrança das perdas: nem a precipitação de arquivar nossa luta, nem o entreguismo de aceitar a imposição de STF/Dilma”, assinada pelo Coletivo Luta Sintrajufe. No texto, foi defendido o seguinte encaminhado:
1) Rejeição do PL 2.648/15 na forma em que se encontra;
2) Buscar a imediata abertura de negociações com o Executivo, a fim de buscar melhorias no conteúdo do projeto, buscando alcançar um patamar aceitável para a categoria, com a formulação das exigências a seguir:
¢ supressão do art. 6º do projeto (que absorve os 13,23%);
¢ exclusão do reajuste para as CJs, buscando utilizar essa fatia orçamentária para proporcionar maior ganho para todos;
¢ redução do prazo de implementação do projeto, utilizando o parâmetro de 2 anos;
3) Exigir que, antes da conclusão de eventual negociação, a Fenajufe consulte toda a base da categoria, por meio de rodada nacional de assembleias nos estados, a respeito dos limites alcançados por eventuais tratativas .
A segunda resolução, 0% não. Reajuste já! , foi assinada por Mara Weber, Marcelo Carlini, Paulinho Oliveira, Paulo Gustavo Barroso, Reginaldo Lühring e Zé Oliveira. No texto, é afirmado que o Sintrajufe e a Fenajufe devem buscar a imediata interlocução junto ao STF e ao Congresso Nacional para negociar a redução do prazo do parcelamento, a garantia do pagamento da nova lei a partir de janeiro, a extensão dos 13,23% a todos os trabalhadores e trabalhadoras do PJU, à crítica quanto ao aumento, em parcela única, previsto para os cargos em comissão e a redução da jornada do trabalho para 6 horas . Esta foi a resolução aprovada pela maioria dos presentes.
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A resolução aprovada foi defendida pelo colega da JF Zé Oliveira. Ele argumentou que a categoria precisava sair do Congresso com uma luta firme e urgente para garantir reajuste ainda em 2016. Zé afirmou que categoria precisa registrar urgentemente junto ao STF que não concorda com o PL 2.648 e buscar o que for possível para melhorá-lo, mas que, se o STF chegar no Congresso e disser que não tem acordo, nossa posição é de não inviabilizar a votação, para garantir que a gente não entre 2016 com zero por cento .
Defendendo a outra proposta, o diretor do Sintrajufe/RS Cristiano Moreira se manifestou surpreso com a proposta dos colegas, que eu já considerava recuada, mas esta é ainda pior do que eu imaginava . Ele destacou que a proposta da oposição não defendia a retirada do artigo que previa a absorção dos 13,23% ou o uso do orçamento para aumento dos CJs. O dirigente destacou que zero por cento é repetido feito um mantra não pelo governo ou pelo STF, mas pelos próprios colegas e esse tipo de postura, assegurou, possibilita que o governo rebaixe ainda mais o projeto. Temos a obrigação de melhorar esse projeto. Baixa a cabeça não está à altura da luta que cada um e cada uma fez até aqui , concluiu.
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