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Na tarde desta sexta-feira, 6, o Sintrajufe/RS reuniu-se com o deputado federal José Fogaça (PMDB-RS), no escritório regional do parlamentar em Porto Alegre. Ele reafirmou o que havia assegurado em reunião anterior: estará presente à sessão do Congresso que apreciará o veto ao PLC 28/15 e votará pela derrubada. Na avaliação do deputado, se passar a derrubada do veto na Câmara, é provável que passe também no Senado .
Com a reunião desta tarde, o sindicato deu seguimento aos contatos com parlamentares, para reforçar o pedido de apoio à derrubada do veto ao PLC 28/15no Congresso Nacional. Estavam presentes os diretores do Sintrajufe/RS Cristiano Moreira e Ruy Almeida e os colegas Rafael Scherer, da JT, e Rodrigo Mércio, da JE, ambos de Porto Alegre e do Comando Estadual de Mobilização.
Os representantes dos servidores falaram sobre a mobilização do último períodocom a realização da maior greve da história da categoria “, as perdas salariais e a falta de diálogo do STF e do governo. Explicaram também que o Supremo encaminhou ao Congresso um projeto rebaixado, que não garante sequer a reposição de metade das perdas inflacionárias. Foi entregue um memorial com esclarecimentos sobre o PLC 28/15 e os apoios institucionais, de tribunais e associações de magistrados, à derrubada do veto. Também foi informado a Fogaça que os três senadores gaúchosAna Amélia Lemos (PP), Lasier Martins (PDT) e Paulo Paim (PT)afirmaram em várias ocasiões que votarão pela derrubada do veto.
Fogaça se disse supreso com a falta de negociação com a categoria. Ele afirmou que vários parlamentares não abrem o voto porque temem represálias do governo, como o não pagamento de emendas. Segundo o parlamentar, é muito difícil tratar a questão em um nível partidário, pois o governo está fazendo muita pressão, e ações como a reforma ministerial têm como foco principal a tentativa de evitar o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). O deputado disse, também, que em 2016 o PMDB vai adotar uma linha de ajuste fiscal duro e orientará uma postura rígida contra qualquer aumento de despesa. Questionado sobre se isso influenciará sua decisão na votação, Fogaça afirmou que dei minha palavra e vou cumpri-la com vocês até o fim .
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