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Logo na chegada da caravana em Brasilia, na tarde da segunda-feira, 24, foram abordados o senador Paulo Rocha (PT-PA) e os deputados André Figueiredo (PDT-CE) e Elvino Bohn Gass (PT-RS). Aos três foi explicada a situação da categoria e reivindicada atuação pela derrubada do veto.
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Mais tarde, representantes do Rio Grande do Sul se reuniram com a deputada federal Jô Moraes (PcdoB-MG). Ela lembrou que seu partido votou a favor do PLC 28/2015 e que havia declarado apoio à derrubada do veto, mas afirmou que há um “fato novo” , referindo-se à possibilidade de que o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) seja pautado, e argumentando sobre suposto uso da demanda da categoria, por parte do Congresso, apenas para desgastar o governo. Os colegas, porém, explicaram que o impeachment não é a bandeira da categoria e que o que deve ser avaliado é o mérito do projeto de reposição salarial da categoria, justo e legítimo, repondo os 49,6% de perdas e acabando com o arrocho salarial que já dura nove anos. A deputada mencionou a hipótese de uma emenda no novo PL enviado pelo STF ao Congresso (PL 2. 648/15), mas os servidores esclareceram que mudanças teriam que ser avaliadas pela categoria, que até o momento não foi consultada sobre novas propostas. Jô Moraes, porém, afirmou que provavelmente não haveria essa consulta, já que o Legislativo “tem dinâmica própria”. Por fim, a deputada se comprometeu a levar à liderança a orientação de parar a tramitação do PL 2.648/15, já que a categoria em todo o país rejeitou seu teor.
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Também na segunda-feira, alguns colegas do RS conversaram por cerca de dez minutos com o senador Delcídio do Amaral (PT-MS), líder do governo no Senado, questionando o senador sobre as perspectivas de realização da próxima sessão do Congresso Nacional. Delcídio disse que estava difícil acontecer a sessão, e sua assessora afirmou que havia perspectiva de marcação para 1º de setembro, mas ainda sem qualquer garantia. O senador criticou os servidores por forçarem a aprovação do PLC 28/2015 no Senado, mas os colegas lembraram que não havia nenhuma perspectiva concreta de proposta, com sucessivos pedidos de prazo, e que a categoria nunca foi chamada para negociar. Além disso, ressaltaram que, sem outra alternativa que viabilize a reposição das perdas salariais, a luta seguirá pela derrubada do veto 26.
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Na manhã desta terça-feira, os servidores encontraram muitas dificuldades impostas pela segurança e polícia legislativa para entrar no Congresso, mas continuam mobilizados buscando informações sobre a próxima sessão do Congresso e procurando parlamentares para que sejam expostas as necessidades da categoria.
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Ainda nesta terça-feira, a partir das 15h, servidores do Judiciário Federal de todo o país se encontram em frente ao Congresso para um grande ato nacional pela derrubada do veto ao PLC 28/2015.









