Na tarde de hoje, na continuidade da Rodada Estadual de Assembleias de Base, o Sintrajufe/RS realizou assembleias de base no Anexo da JE, no TRE Duque e na Justiça Federal de Porto Alegre (1ª Instância e TRF). Em todas, os colegas aprovaram o calendário de mobilização da Fenajufe, com paralisação de 48 horas nos dias 2 e 3 de junho e assembleia geral, no dia 3 de junho, para avaliação do indicativo de greve por tempo indeterminado a partir do dia 10.
Nas assembleias da Justiça Eleitoral, o diretor do Sintrajufe/RS Ruy Almeida apresentou informes sobre a mobilização nacional, que se espalha por todo o país com paralisações, assembleias e greve atingindo um total de 25 estados nesta semana. O diretor avaliou que a decisão da categoria, na última reunião ampliada da Fenajufe, de aprovar o calendário de mobilização, culminando com o indicativo de greve nacional, fez o governo recuar. Com isso, o PLC 28/15 foi aprovado na CCJC do Senado sem o envio do projeto à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), como havia sido proposto, antes da realização da ampliada, pelo senador Delcídio do Amaral (PT-MS), líder do governo do senado. O diretor falou, ainda, do ato público nacional da categoria, ontem, em Brasília, e de reunião da Fenajufe com o diretor-geral do STF, quando este disse que não havia, ainda, acordo com o governo para a dotação orçamentária do projeto.
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Tanto no Anexo da JE quanto no TRE Duque, os colegas debateram a situação atual do PLC 28/15 e, logo após, foi feita a votação dos encaminhamentos. Em ambos os locais, os colegas referendaram, por unanimidade, o calendário de mobilização da Fenajufe; aprovaram, ainda, paralisação de duas horas nos dias 2 e 3 de junho, com proposta de participação de colegas de outros órgãos em arrastões nos prédios da Eleitoral.
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Justiça Federal
Na assembleia da Justiça Federal, o diretor Paulinho Oliveira lembrou que, desde outubro de 2014, a JF vem fortalecendo sua mobilização, com atividades que culminaram com o últimoato público, no dia 14 de maio, na Justiça do Trabalho, quando a Justiça Federal teve uma grande participação. Agora, lembrou o diretor, os servidores do Judiciário Federal estão em um momento decisivo, com o PLC 28/15 aprovado na CCJC depois de uma grande pressão da categoria, e é preciso definir os próximos passos.
 
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O diretor Fagner Azeredo, que esteve em Brasília, ontem, na caravana que participou do ato público em frente ao STF, deu informes da mobilização pela aprovação do projeto de reposição salarial, que ocorre em vários estados nesta semana. Ele lembrou o trabalho de convencimento que vem sendo realizado junto a vários senadores, não apenas pedindo apoio à aprovação do projeto, mas também para que não apoiem qualquer emenda que seja apresentada visando protelar a tramitação (o prazo de apresentação de emendas em plenário se encerra hoje; até o fechamento desta matéria, não havia informação sobre a apresentação de alguma emenda). Segundo Fagner, a quase totalidade dos senadores visitados afirmou apoio ao PLC 28/15. Ainda segundo o diretor, em reunião na Fenajufe, na noite de ontem, foi relatada reunião entre dirigentes da federação e o diretor-geral do STF, Amarildo Vieira. Segundo Amarildo, o líder do governo no Senado, Delcídio do Amaral (PT-MS), fez simulações de propostas alterando as datas de implementação das parcelas da reposição salarial, mas nenhuma teria ainda recebido o aval do governo.
Depois dos informes, foi aberta a palavra para os colegas e, em seguida, a votação. O calendário de mobilização da Fenajufe, de paralisação de 48 horas nos dias 2 e 3 junho e assembleia no dia 3 de junho para avaliação do indicativo de greve, a partir de 10 de junho, foi aprovado pela maioria. Outras duas propostas foram colocadas em votação: paralisação de 24 horas no dia 3 de junho; e paralisação de 2 horas nos dias 2 e 3 de junho.
Em todas as assembleias, foi reforçada a importância da participação na paralisação de 24 horas desta sexta-feira, 29, e na assembleia geral, às 11h, na 1ª Instância da Justiça Federal. Depois, a categoria se desloca para a Praça da Matriz, onde participa de ato unificado dos trabalhadores contra a ampliação das terceirizações, a retirada de direitos trabalhistas e previdenciários e o ajuste fiscal do governo Dilma.








