O 2º Apagão do Judiciário Federal no Rio Grande do Norte ocorreu na manhã de sexta-feira, 4, em frente ao TRE. A ação reuniu uma expressiva parcela de servidores das três justiças federais no estado, que atenderam ao chamado do Sintrajurn para parar o trabalho e participar do protesto pelo reajuste emergencial e valorização da carreira. A mobilização crescente em Natal é também resultado da greve puxada por cino estados no último mês. O desenlace positivo do movimento grevista começa a ter reflexos em todo o país, estimulando os servidores de vários estados a se levantarem por seus direitos. Esse caminho aponta para uma mobilização ainda mais intensa a partir dos primeiros dias de agosto.
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A coordenadora geral Silvana Gruska disse que o Poder Judiciário está de braços cruzados, que montou uma mesa informal de negociação para o reajuste emergencial da categoria, mas não mostra interesse em negociar o proposto por ele mesmo nessa mesa, através do substitutivo ao PL 6613. Esclareceu, porém, que o quadro de inércia pode ser revertido e que o reajuste emergencial pode dar certo desde que haja pressão: Não temos outra saída, pois temos um governo do trabalhador que, ironicamente, não conversa e não negocia há seis anos com os trabalhadores do Judiciário Federal , disse, chamando os servidores para a luta, para uma greve em agosto.
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Ao final, a coordenadora executiva, Maria Missilene, fez uma análise positiva do segundo apagão promovido pelo Sintrajurn: A expectativa foi alcançada: os colegas participaram mais uma vez, demonstrando que a categoria está consciente e mobilizada para participar de uma greve a ser chamada para os próximos meses , finalizou.
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Editado por Sintrajufe/RS; fonte: Leane Fonseca, Sintrajurn/RN








