A greve no Judiciário – já instalada nos estados de São Paulo, Bahia, Mato Grosso, Rio Grande do Sul e, a partir desta quarta-feira, 11, em Alagoas – ganha força com mobilizações país a fora. Nesta semana, sindicatos organizam atos, assembleias e paralisações para reforçar a pressão ao governo Dilma e ao STF.
Nesta terça-feira, 10, dia de Apagão do Judiciário, haverá paralisações, atos e atividades em diversos fóruns federais. Também no dia 11 ocorrem mobilizações pelo país. No Rio Grande do Sul, está marcada para quarta-feira uma assembleia geral estadual, a partir das 14h, nas varas trabalhistas de Porto Alegre. Além de definir os próximos passos do movimento paredista, a categoria elegerá os delegados para a próxima reunião ampliada da Fenajufe, que acontece no dia 6 de julho, em Brasília.
Em São Paulo, o dia 10 será marcado pela realização de uma assembleia geral, às 13h, seguida de ato público. Na Bahia, no mesmo dia, o Sindjufe/BA realiza palestra sobre carreira, ministrada pelo economista Washington Luiz Moura. No Mato Grosso haverá assembleia geral para avaliar o movimento paredista.
Os servidores de Santa Catarina realizam paralisação de três horas (das 16h às 19h) e assembleia geral nesta terça. No Rio de Janeiro, ocorre paralisação de 24 horas, também na terça, com realização de ato por reajuste salarial no Polo Eleitoral de São Gonçalo. Já em Brasília, o Sindjus/DF realiza ato Público no Aeroporto JK, às 10h30.
Os servidores de Alagoas, que cruzam os braços a partir de quarta-feira, 11, marcam a data com a realização de ato público em frente ao prédio das varas trabalhistas. No dia 12, participam de uma carreata unificada dos servidores públicos federais.
Rondônia e Acre, que se encontram em estado de greve, realizam assembleias e programam participação no próximo Apagão do Judiciário, no dia 16. No Piauí, a quarta-feira será marcada por ato público no Fórum Trabalhista, quando os trabalhadores vão definir o início do estado de greve.
No Rio Grande de Norte, os servidores definiram no último sábado entrada imediata em estado de greve e a realização de apagões nos dias 18 de junho e 2 de julho.








