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Na próxima quarta-feira, 11, a categoria realiza assembleia geral estadual, às 14h, nas varas trabalhistas de Porto Alegre. Além de definir os próximos passos do movimento paredista, a categoria elegerá os delegados para a próxima reunião ampliada da Fenajufe, que acontece no dia 6 de julho, em Brasília.
A greve do Judiciário Federal tem alcançado avanços significativos tanto na batalha contra a PEC 59/13, que ameaça a categoria com a perda de direitos, quanto no âmbito da reposição salarial. A PEC 59, que era de interesse do governo e que, antes da greve, possuía um cenário favorável à aprovação, hoje está parada na CCJ do Senado e os parlamentares já não cogitam sua inclusão em pauta tão cedo. Além disso, o movimento grevista conseguiu a confecção de uma nova nota técnica do CNJ, desta vez pela rejeição da matéria, que será votada, provavelmente, na próxima sessão do Conselho, no dia 16 de junho.
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A partir do movimento grevista, a categoria também conseguiu dobrar a resistência do STF, que não pretendia negociar com os servidores, mas que após a deflagração do estado de greve nacional e do ato no dia 2 de abril  cedeu à pressão pela negociação. Com a greve, a pressão se manteve e, agora, há uma proposta de reposição salarial encaminhada pelo Supremo ao Congresso, cujos valores inclusive já foram incluídos no orçamento do Judiciário, mas que ainda segue sem perspectivas de acordo com o  Poder Executivo.
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Nada está ganho ainda, e é fundamental que a categoria siga mobilizada. Nesta semana, os colegas de Alagoas se somam à greve, e haverá paralisações em estados como Rio de Janeiro e Minas Gerais. O Comando Nacional de Greve convocou mais um apagão do Judiciário para 16 de junho, com o envio de caravanas a Brasília para acompanhamento da sessão no CNJ, atividade que já conta com a confirmação de outros estados.
Precisamos garantir a aprovação da nota técnica de rejeição à PEC no CNJ para exigir o parecer do relator pela inconstitucionalidade no Senado, enterrando de vez a proposta de retirada dos servidores da abrangência da Lei 8.112/90. Necessitamos, também, garantir a reposição salarial para toda a categoria, o que afasta também a proposta de carreiras exclusivas. Para isso, é necessário impedir uma nova interferência do governo Dilma no orçamento do Judiciário. No dia 6, em ato público em frente à Assembleia Legislativa em Porto Alegre, o Sintrajufe/RS aproveitou a presença da presidente no estado para dar esse recado.
É o momento de parar todo o Judiciário Federal, na defesa da carreira e contra o arrocho salarial. Somente nossa greve pode garantir essas conquistas! Portanto, todos à assembleia geral para fortalecer a mobilização!
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Interior
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Os colegas do interior terão suas despesas com transporte ressarcidas pelo Sintrajufe/RS, bastando comprovar a presença na assembleia e apresentar as notas fiscais dos gastos, nos seguintes moldes:
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¢ Ônibus: ressarcimento do valor da passagem com a apresentação da 2ª via;
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¢ Carro: no mínimo 3 pessoas para que seja ressarcido o valor do combustível e pedágios. A cada 10km, será ressarcido 1 litro de combustível. É necessário apresentar a nota fiscal do posto de gasolina;
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¢ Carro: com menos de 3 pessoas, o valor será ressarcido até o limite do correspondente a uma passagem de ônibus por pessoa (ida e volta). É necessário apresentar a nota fiscal do combustível no valor das passagens;
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¢ Os colegas podem ainda alugar vans ou ônibus para o deslocamento de maior número de colegas, devendo entrar em contato pelo fone (51) 3235-1977, com Carla ou Ana Silva.
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