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O Sintrajufe/RS e outros sindicatos do país enviaram representantes a Brasília, conforme aprovado na última reunião ampliada da Fenajufe, para visitar os gabinetes dos senadores, explicar a posição da categoria contra a PEC 59/13 e pedir que os parlamentares votem contra a proposta. Uma das visitas desta terça-feira foi ao relator da PEC 59/13 na Comissão de Constituição e Justiça, Valdir Raupp (PMDB-RO).
O parlamentar afirmou que atualmente não tem intenção de colocar a matéria em votação neste ano, e chegou a aventar eventual inconstitucionalidade da PEC. Se houver um parecer técnico do Conselho Nacional de Justiça pela rejeição da matéria,o senador sinalizou que daria parecer contrário à PEC.
Segundo o diretor do Sintrajufe/RS Paulo Gustavo Barroso Junior (PG), que está em Brasília, Raupp mostrou-se desconfortável com as pressões que vem sofrendo sobre o assunto. O senador disse que não tem intenção de ficar com a relatoria. Para PG, com esse posicionamento do senador, é preciso pressionar o CNJ para que libere, o mais rapidamente possível, o parecer contrário.
Simon manifesta apoio ao pleito da categoria
O grupo visitou, também, o senador Pedro Simon (PMDB-RS). Ele reforçou o que havia dito quando da primeira conversa com o Sintrajufe/RS, no início de maio, quando afirmou que apoiava o pleito da categoria contra a PEC 59/13. O senador disse que tratará do assunto com Valdir Raupp e que, se o parecer for contrário, votará com o relator. Segundo Simon, há poucas possibilidades de a matéria ser votada neste ano.
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Fortalecer a greve, para barrar definitivamente a PEC
É inegável que a greve do Judiciário Federal vem conquistando avanços. O fato de a PEC 59/13 não ter sido ainda aprovada e, agora, o novo posicionamento do senador Raupp, são sintomas claros de que a luta da categoria impactou o cenário que, antes, era claro no sentido de que a PEC seria aprovada por larga maioria, a exemplo da aprovação na Câmara dos Deputados. O Sintrajufe/RS orienta toda a categoria a intensificar e fortalecer a greve em todo o estado, para que possamos barrar definitivamente a proposta, além de rechaçar as carreiras exclusivas e buscar a tão merecida valorização salarial para todos os servidores.








