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Hoje, no início da tarde, com a presença de mais de 40 colegas, o Sintrajufe/RS realizou assembleia de base da Justiça do Trabalho de Porto Alegre. Foram aprovadas, por ampla maioria, com algumas abstenções, a posição pela paralisação de 24 horas no dia 19 de marçoseguindo deliberação do Fórum de entidades federais, em Brasília “, a necessidade de construção da greve para a primeira quinzena de abril, seguindo o calendário aprovado na reunião ampliada da Fenajufe de 8 de fevereiro, e a formação de uma comissão de mobilização, formada pela direção do sindicato, por diretores de base e colegas que queiram se agregar.
O diretor Cristiano Moreira passou informes sobre a mobilização da categoria desde o início deste ano. Ele resgatou momentos como o lançamento da campanha salarial no RS pelo Fórum Gaúcho de SPFs, em janeiro, e em Brasília, em fevereiro, quando um ato reuniu cerca de 700 servidores, em que foi protocolada junto ao Ministério do Planejamento a pauta geral de reivindicações dos federais. A resposta do funcionalismo à política do governo de desmonte do serviço público é uma mobilização unificada para derrotar a política de arrocho, sem deixar de buscar as reivindicações específicas que, no caso do Judiciário, estão contidas na pauta específica da categoria. A Fenajufe solicitou ao STF a instalação de uma mesa de negociação permanente justamente para debater essa pauta. Até o momento, sem qualquer resposta do tribunal.
Em um cenário que aponta para uma greve geral do SPFs, é fundamental a participação do Judiciário, ressaltou o diretor Ruy Almeida. O dirigente lembrou que o Judiciário é o setor do funcionalismo que mais acumula perdas salariais ao longo dos últimos anos.








