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Os diretores do Sintrajufe/RS Cristiano Moreira, Fagner Azeredo e Ruy Almeida foram recebidos em audiência, na tarde desta terça-feira, 28, pela presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região, desembargadora Cleusa Regina Halfen. Foi a primeira reunião ocorrida entre o sindicato e a presidente do tribunal desde a posse da nova administração. Na ocasião, os dirigentes saudaram a magistrada e manifestaram os votos de uma gestão profícua, marcada pela relação democrática e respeitosa entre a administração e o conjunto dos servidores da Justiça do Trabalho.
No encontro, os sindicalistas entregaram uma cópia do ofício subscrito pela Fenajufe, protocolizado junto ao STF em julho de 2013, contendo a pauta emergencial de reivindicações dos servidores do Judiciário Federal cujos itens ainda não foram atendidos, à exceção da correção das classes e padrões salariais com o reenquadramento  funcional. Os diretores informaram ainda que, neste ano, os servidores do Judicário Federal  participarão da campanha salarial unificada dos funcionários públicos federais, lançada dia 22 de janeiro.
Os diretores explicaram os itens da pauta unificada dos SPFs à presidente, e solicitaram o apoio do TRT às reivindicações dos servidores, salientando a importância da atuação dos tribunais regionais junto aos conselhos superiores e ao CNJ para o atendimento das demandas.
Também foram tratadas questões relativas ao PJe, à carência de servidores e ao acompanhamento dos casos de assédio moral na JT.
Os dirigentes ainda levaram à presidente a preocupação com a grave situação do Foro de Novo Hamburgo, que apresenta inúmeros problemas estruturais. Com as chuvas, várias salas térreas são tomadas por água suja e lama, obrigando a direção do foro a interditar várias dependências e suspender o expediente de vários setores. O diretor Fagner Azeredo lembrou que as ocorrências naquele imóvel são antigas e recorrentes, e que o fato de o prédio estar assentado abaixo do nível da rua contribui para os constantes alagamentos. Foi reiterado o pedido à administração para que seja acelerado o processo de construção do novo prédio do Foro, em um terreno de quase de 6.000m², doado pela prefeitura, no Centro Administrativo de Novo Hamburgo. No local, já estão instaladas a OAB, as justiças Estadual e Federal e o Ministério Público.
A desembargadora reconheceu a legitimidade das demandas, destacando que a greve é uma arma importantíssima do trabalhador . Ao mesmo tempo, admitiu que a atuação dos regionais nessas questões é limitada. A magistrada, no entanto, colocou-se aberta ao diálogo permanente e afirmou que levará as questões para debate nas reuniões do Coleprecor (Colégio de Presidentes e Corregedores dos TRTs). A melhoria é uma busca que não tem fim, precisamos brigar por elas sempre , disse a desembargadora. É preciso mobilização para se conquistar as coisas , continuou ela. Se estamos convencidos de que o pleito é justo, podem contar com nossa colaboração .
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