Criação de varas e cargos na JT e isonomia entre chefes de cartório na JE estavam entre os temas discutidos
 
No dia 9 de outubro, o diretor Cristiano Moreira esteve em Brasília para cumprir agendas de interesse dos servidores. Um dos compromissos foi uma reunião com o conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), desembargador Flávio Sirangelo. Acompanhado do coordenador-geral da Fenajufe Adilson Rodrigues, Cristiano entregou a pauta emergencial da Fenajufe e cobrou do magistrado que este acompanhe a aprovação de projetos que estão parados no CNJ.
Projetos de criação de varas, cargos e funções na Justiça do Trabalho da 4ª Região estão parados no CNJ e são uma reivindicação para desafogar a demanda e a sobrecarga de trabalho , disse Cristiano. Sirangelo informou que irá se reunir com a administração do TRT para tratar dessa pauta nos próximso dias. No entanto, lembrou que quem define a pauta de votação do Conselho é o presidente, ministro Joaquim Barbosa.
Em relação à isonomia entre chefes de cartórios das capitais e do interior, Sirangelo disse que concorda com os dirigentes que o projeto precisa ser aprovado logo. Cristiano reforçou que esta é uma injustiça cuja correção é protelada há anos e que consta da pauta emergencial. Além disso, continou o dirigente, já houve reuniões da Fenajufe com a relatora, conselheira Maria Cristina Irigoyen Peduzzi, para cobrar a aprovação do projeto.
Outro ponto discutido na reunião foi o pedido de providências, junto ao CNJ, para o pagamento retroativo de auxílio-alimentação baseado no pagamento isonômico com os tribunais superiores.
O conselheiro, que é oriundo do TRT da 4ª Região e foi nomeado para o CNJ em agosto deste ano, disse que está à disposição para uma interlocução permanente com o sindicato. Cristiano afirmou que o Sintrajufe/RS continuará cobrando do CNJ que os projetos de interesse dos servidores tenham um andamento mais rápido, pois várias matérias estão paradas, sem previsão de apreciação.
Reenquadramento dos auxiliares
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Na mesma tarde, o dirigente foi ao Conselho de Justiça Federal (CJF), onde protocolou requerimento referente ao reenquadramento dos auxiliares operacionais de serviços diversos (AOSD) como técnicos judiciários, a exemplo de decisão do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT). Conforme Cristiano, esta é uma injustiça que já foi corrigida, parcialmente, na Justiça do Trabalho , disse. Precisamos pressionar para que que o CJF também proceda ao reenquadramento o mais breve possível, abrangendo todos os servidores auxuiliares , concluiu.
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