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Neste dia 7 de setembro, quando se comemora a Independência do Brasil, devem ocorrer atos e  mobilizações nas ruas de todo país. Não por acaso, é nesta data que acontece o 19º Grito dos Excluídos, que, na prática, é a continuidade das manifestações de junho, quando milhões de jovens mudaram a  história recente do país.
Naquele mês, o povo saiu às ruas e derrotou, pela força de sua mobilização, os aumentos das tarifas de transporte de todo país. A população também reinvidicou mais saúde, educação, salário e melhores condições de trabalho. Questionou-se o dinheiro público gasto por causa da Copa do Mundo, abrindo um novo tempo na política nacional.
O governo Dilmanosso patrão -, que vê sua popularidade minguando a cada dia, está acuado e com medo de mais mobilizações. Â Isso porque as demandas das ruas ainda não foram conquistadas. A saúde continua um caos, a educação carece de investimentos e a corrupção está longe de acabar, como demonstra a recente absolvição do deputado-presidiário da base aliada de Dilma, Nathan Donadon (ex-PMDB).
O movimento sindical que não tem rabo preso com os governos precisa ajudar a impulsionar cada vez mais as mobilizações, combinando as demandas das categorias de trabalhadores com exigências populares, que visam melhorar o país. A juventude e os trabalhadores devem seguir nas ruas. Â As greves da educação, em curso no RS e no RJ, apontam para este caminho, assim como as que ocorreram nos dias 11 de julho e 30 de agosto. Por isso, a Fenajufe também já marcou nossa paralisação nacional para dia 3 de outubro, na qual devem se somar outras categorias do serviço público federal.
A participação do trabalhador do judiciário é fundamental para que as melhorias sociais tão desejadas pelo povo brasileiro passem a ser realidade. Por isso, convidamos todos os colegas da categoria a se somarem nas manifestações do dia 7 de setembro, para continuarmos a luta por mudanças no país e pelos nossos direitos.
Concentração a partir das 8h30, na Praça Argentina, em Porto Alegre.
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