
Na manhã de hoje, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), finalmente, aprovou o processo administrativo que resultará no projeto, a ser enviado ao Congresso Nacional, para garantir isonomia entre chefias de cartórios das capitais e do interior. O processo não havia sido incluído na pauta pelo presidente do Conselho, ministro Joaquim Barbosa, mas acabou sendo incluído, votado e aprovado, na integralidade, a pedido da relatora, conselheira Maria Cristina Peduzzi. Ela havia sido contatada pela Fenajufe e por vários sindicator de base, que falaram sobre a importância da matéria para a valorização dos servidores.
A isonomia é uma reivindicação histórica e a correção de uma distorção, pois os servidores do interior exercem as mesmas funções, têm as mesmas responsabilidades, mas recebem remuneração inferior. A aprovação do processo administrativo no CNJ resultou de muita luta e pressão dos servidores. Em todo o Brasil, 110 colegas colocaram a FC1 à disposição e vários ameaçaram entrar em greve caso o processo não avançasse.
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O diretor do Sintrajufe/RS Fagner Azeredo, que está em Brasília para acompanhar a sessão do CNJ e participar da reunião do GT Nacional de Carreira da Fenajufe, parabenizou os servidores, a Fenajufe e os sindicatos pelo avanço dessa pauta histórica. Os colegas do interior trabalham em condições que estão longe das ideiais e não recebem tratamento isonômico; o avanço no CNJ foi um importante passo, mas a aprovação final, no Congresso, ainda vai depender de muita luta da federação, dos sindicatos e dos servidores , disse o dirigente.







