O Tribunal de Contas da União (TCU) deu, nesta quarta-feira, 6, aval para que o governo edite uma medida provisória com crédito extraordinário para a Justiça do Trabalho. O posicionamento do TCU ocorreu após uma consulta feita pelo próprio ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.
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Em regra, cada órgão do poder público envia ao Executivo a previsão de despesas para o ano seguinte. O governo, por sua vez, insere os números na proposta orçamentária e a envia ao Congresso. No Legislativo, os parlamentares podem alterar as projeções antes de aprovar a proposta e enviá-la de volta para sanção da Presidência da República.
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No ano passado, a Justiça do Trabalho pediu R$ 1,8 bilhão para 2016. O orçamento aprovado pelo Congresso, no entanto, ficou em R$ 1,2 bi, numa redução total de 45%.
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Segundo a legislação brasileira, a abertura de crédito extraordinário só pode ocorrer para atender a despesas imprevisíveis e urgentes, como as decorrentes de guerra, comoção interna ou calamidade pública. Ela pode ser por meio de medida provisória se houver relevância e urgência no caso. A análise do TCU aponta que, neste caso envolvendo a Justiça do Trabalho, há justificativa para a liberação de crédito extraordinário por medida provisória.
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O Sintrajufe/RS está acompanhando o assunto. O tema será tratado em reunião solicitada com o TRT4 para discutir a questão orçamentária especificamente na 4ª Região.
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Sintrajufe/RS, com informações de G1









