SINDICATO DOS TRABALHADORES DO JUDICIÁRIO FEDERAL E MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO - FUNDADO EM 28 DE NOVEMBRO DE 1998 - FILIADO À FENAJUFE E CUT

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Sintrajufe/RS tem segunda reunião com Comissão de Greve do TRT4

Nesta quinta-feira, 11, após a assembleia geral da categoria, os diretores do Sintrajufe/RS Cristiano Moreira, Fagner Azeredo e Ruy Almeida reuniram-se com a Comissão de Greve do TRT. Representaram a administração o desembargador Luiz Alberto de Vargas e o diretor do Foro de Porto Alegre, juiz Maurí­cio Schmidt Bastos. A direção do sindicato informou que a greve da categoria começou com força, registrando a maior adesão dos últimos anos.

Os representantes da administração questionaram se havia sido deliberada posição da categoria a respeito dos parâmetros de manutenção dos serviços essenciais, conforme acordado na reunião anterior, ocorrida na segunda-feira, 9. Os dirigentes do sindicato informaram que, como a presidência do TRT optou por publicar uma portaria a respeito do tema antes que pudesse haver a negociação entre a categoria e a administração, a assembleia geral não debateria uma proposta. 

Os representantes do tribunal informaram ter havido reclamações de advogados em relação à greve e pela formação de filas nas varas trabalhistas. Devido à greve, está disponí­vel ao público apenas uma entrada de acesso ao prédio do Foro da capital. Outro ponto levantado foi a suspensão de audiências em algumas varas. Os diretores do sindicato explicaram que, se a greve não afetar os serviços, ela não funciona, e que reclamações são normais nesse perí­odo. 

Além disso, os dirigentes do sindicato defenderam o entendimento de que o comparecimento ao trabalho dos 30% de servidores em exercí­cio exigidos pela portaria da presidência é mais do que suficiente ao atendimento das atividades consideradas essenciais pela administração. Ressaltaram, ainda, que o Sintrajufe/RS não irá interferir em relação a que atividades estão funcionando e nem admitirá represálias ou pressões sobre os servidores, em especial os grevistas, nesse sentido. Quem organiza o trabalho é o tribunal; nós organizamos a greve , ressaltou o diretor Ruy Almeida. 

Ao final da reunião, foi consenso entre os presentes não haver motivos para interferências no movimento de greve em relação aos temas apontados.