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O diretor do sindicato e oficial de justiça Andrés defendeu que sejam observados os critérios de movimentação processual e extensão da área abrangida pela competência territorial da unidade judiciária. Para além disso, o diretor ponderou que, antes de se decidir direcionar um cargo vinculado a uma Central de Mandados ou Vara do Trabalho para outra lotação, seja oportunizada a manifestação da unidade que irá perder o cargo, o que tornaria o processo mais democrático.
Foi enfatizado, na reunião, que algumas decisões não vêm observando o critério objetivo da extensão territorial, motivo pelo qual se solicitou o compromisso da Corregedoria de que não apenas a movimentação processual seja considerada.
Por fim, foi entregue à corregedora um ofício com essas considerações. A desembargadora se comprometeu a discutir o assunto com a presidente do TRT, desembargadora Cleusa Halfen, para então decidir os encaminhamentos cabíveis. A reunião trouxe avanços, na medida em que houve compromisso por parte da administração de procurar observar todos os critérios do CSJT para a política de lotação de oficiais de justiça, inclusive o critério de extensão territorial , avalia o diretor Andrés Cevallos.
Foto: Everton Bohn / Assojaf
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