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A sessão estava marcada para as 11h30min, mas acabou de fato sendo aberta por volta do meio-dia. Servidores do Judiciário Federal de várias partes do Brasil, inclusive do Rio Grande do Sul, estavam presentes, pressionando os parlamentares pela derrubada do veto. Nas galerias, cartazes e faixas exigiam a reposição salarial da categoria. O juiz-auxiliar da presidência do Supremo Tribunal Federal (STF), Paulo Schmidt, também foi visto no local. Cerca de quinze minutos depois da abertura da sessão, com registro da presença de apenas 126 deputados e 45 senadores (sem atingir, portanto, o quórum da Câmara dos Deputados, de 252), o presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), realizou um “apelo” pelo encerramento das sessões das comissões da Câmara e do Senado, procurando garantir o quórum necessário para que as votações pudessem, enfim, ser iniciadas.
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Porém, meia hora depois, ainda não havia o número mínimo de deputados e Calheiros suspendeu a sessão por trinta minutos. Ao final desse período, o quórum da Câmara ainda não fora alcançado (o do Senado, sim) e, tendo presentes apenas 218 deputados, a sessão acabou encerrada novamente. Ainda não há confirmação de nova sessão.
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Mesmo com manobras e entrega de cargos ao PMDB, o governo federal não tem alcançado seus objetivos no Congresso. Dessa vez, o governo queria realizar a sessão com um quórum baixo, o que facilitaria a manutenção dos vetos, mas que acabou não se confirmando. A oposição esvaziou o Plenário e impediu a votação. Calheiros chegou a afirmar que havia um nítido movimento político para que a sessão não acontecesse. A confirmação dessa manobra veio minutos depois, quando foi aberta a sessão da Câmara dos Deputados com mais de 420 deputados presentes.
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Mobilização continua enquanto não houver definição
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As manobras tanto do governo quanto de parlamentares, que têm procurado utilizar a categoria como moeda de troca, não podem esmorecer a mobilização dos servidores. A categoria continua mobilizada em todo o país. Nas varas trabalhistas de Porto Alegre, o Sintrajufe/RS disponibilizou um telão para acompanhamento da sessão do Congresso.
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Na última assembleia geral estadual, a categoria decidiu realizar Apagão na próxima quarta-feira, 14, com nova assembleia geral para definir os próximos passos da mobilização. Ficou deliberado, ainda, que o Comando Estadual de Greve poderá alterar a data das atividades, de acordo com as novidades no andamento do projeto.









