A Casa Civil confirmou que a parcela de julho do reajuste salarial dos servidores do Judiciário Federal e do MPU deve ser mantida quando da sanção dos projetos. A previsão é de que Temer assine o PLC 26 e o PLC 29, respectivamente, do MPU e do Judiciário Federal, na tarde desta quarta-feira, último dia do prazo legal para sanção dos projetos. No entanto, o pagamento do reajuste neste mês deverá ser proporcional à data da sanção, o que seria regulamentado por meio de portaria a ser publicada posteriormente pelos tribunais superiores. As informações foram obtidas pelo coordenador do Sintrajufe/RS e da Fenajufe, Cristiano Moreira.
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Permanece a dúvida quanto ao veto parcial do artigo 6º do PLC 29/2016, que absorve a Vantagem Pecuniária Individual de R$ 59,87, instituída pela Lei 10.698/2003, e parcelas dela decorrentes. A informação obtida pelo Sintrajufe/RS é de que essa questão permanecia sob análise na semana passada.
Há debate jurídico a respeito dos efeitos da manutenção ou do veto do artigo 6º do projeto em relação à parcela de 13,23% pleiteada para toda a categoria; no entanto, qualquer definição a esse respeito dependerá de um desfecho quanto ao reconhecimento desse direito aos servidores, tendo em vista a suspensão de diversas decisões administrativas e judiciais pelo Supremo Tribunal Federal.
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A luta dos servidores pela recomposição do valor real dos salários, corroído pela inflação de dez anos, já dura pelo menos oito anos. E teve o seu auge na greve e nas grandes mobilizações de 2015. Os projetos aprovados não atendem à reivindicação inicial da categoria, mas é considerado pelas entidades sindicais fruto dessa luta coletiva e uma conquista que cumpre o papel de quebrar a política de congelamento salarial que o governo tenta impor aos os serviços públicos.
Sintrajufe/RS, com informações de Luta Fenajufe Notícias, por Hélcio Duarte Filho









