Desde o final da última semana diversos portais de notícias trazem matérias informando que a votação dos vetos presidenciais, que tem se arrastado ao longo das últimas semanas por falta de quórum e por manobras do governo e da oposição, deve ficar para novembro. A possibilidade de uma sessão do Congresso Nacional ainda nesta semana para apreciar os vetos não está descartada, mas veículos como o Valor Econômico, a Rede Brasil Atual, o Estadão e a Folha de S. Paulo afirmam que a tendência é que uma nova sessão seja realizada em 17 de novembro.
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Já nesta terça-feira, 14, segundo a Reuters Brasil, o ministro Ricardo Berzoini, da Secretaria-Geral da Presidência, ouviu dos líderes da base do governo na Câmara um pedido para que Berzoini convença o presidente do Congresso da possibilidade de realizar uma sessão ainda nesta semana, na quarta-feira, 15. O líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE), afirmou que os líderes querem dar uma “demonstração de unidade”, de acordo com a Reuters. Calheiros, porém, conforme o Jornal do Brasil, teria rejeitado a ideia antes mesmo de ser procurado por Berzoini.
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Com o objetivo, entre outros, de garantir a derrubada dos vetos, o governo ampliou, na mais recente reforma ministerial, o espaço do PMDB. Dessa forma, procurava comprometer mais aliados com os interesses governamentais. Porém, até agora a tentativa não funcionou, e, ainda que não tenham sido derrubados, os vetos também seguem sem garantia de que serão mantidos. Por fora das negociatas e na outra ponta do cabo-de-guerra, os servidores do Judiciário Federal seguem mobilizados em defesa da derrubada do veto 26, referente ao PLC 28/2015.









