SINDICATO DOS TRABALHADORES DO JUDICIÁRIO FEDERAL E MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO - FUNDADO EM 28 DE NOVEMBRO DE 1998 - FILIADO À FENAJUFE E CUT

DESTAQUE

Outubro Rosa: diagnóstico precoce é a melhor maneira de enfrentar o câncer de mama

Desde a década de 1990, o mês de outubro é dedicado a ampliar a conscientização sobre o combate ao câncer de mama. Diversas ações são realizadas com o objetivo de estimular práticas que levem ao diagnóstico precoce, facilitando, assim, o enfrentamento dessa doença. Assim, o Sintrajufe/RS se soma a essa força-tarefa e convida todas as servidoras da categoria a participar dessa campanha.
 

Se o câncer de mama é detectado em fase inicial a chance de cura é de 95%. Para que esse diagnóstico precoce, o mais indicado é a realização de mamografia (radiografia da mama) pelo menos a cada dois anos.

 
Por muito tempo se acreditou que o autoexame de palpação da mama era a melhor forma de prevenção. Entretanto, hoje já sabemos que o autoexame não substitui a mamografia, pois muitas vezes consegue detectar apenas casos mais avançados da doença. O Sistema único de Saúde (SUS) garante a oferta gratuita de exame de mamografia para as mulheres brasileiras em todas as faixas etárias.

 
Mas o autoexame continua sendo importante: com ele, é possí­vel verificar se há indí­cio de alguns dos sintomas, como presença de caroço (nódulo) fixo, endurecido e, geralmente, indolor; pele da mama avermelhada, retraí­da ou parecida com casca de laranja; alterações no bico do peito (mamilo); e pequenos nódulos localizados embaixo dos braços (axilas) ou no pescoço.

 
De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), são esperados 57.960 casos novos de câncer de mama este ano no Brasil. A idade é um dos mais importantes fatores de risco para a doença (cerca de quatro em cada cinco casos ocorrem após os 50 anos). Outros fatores que aumentam o risco da doença são fatores ambientais e comportamentais, fatores da história reprodutiva e hormonal e fatores genéticos e hereditários. Embora o câncer de mama se manifeste geralmente nas mulheres com idade acima dos 50 anos, as que têm histórico familiar dessa doença devem manter acompanhamento médico desde os 30 anos.

 
O Sintrajufe/RS orienta: marque uma consulta com seu médico e revise seu acompanhamento periodicamente.