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Na tarde desta terça-feira, depois da Justiça do Trabalho, foi a vez de a Federal de Porto Alegre realizar sua assembleia de base. Os colegas aprovaram, por unanimidade, paralisação de duas horas em 19 de março, dia nacional de paralisaçãoa data havia sido deliberada noFórum de entidades federais, em Brasíliae proposta, a ser levada para a assembleia geral, de ato público em frente ao prédio da JF, único ramo que não pagou o reenquadramento. Foram aprovados, também, construção da greve para a primeira quinzena de abril, seguindo o calendário aprovado na reunião ampliada da Fenajufe de 8 de fevereiro, e a formação de uma comissão de mobilização, formada pela direção do sindicato, por diretores de base e colegas que queiram se agregar.
O diretor Paulinho Oliveira falou sobre a importância de o Judiciário fazer uma grande mobilização. Ele lembrou que todos os reajustes da categoria, ao longo dos anos, foram conquistados com muita luta e com greves. O dirigente fez, ainda, um breve relato das ações do sindicato para o pagamento do reenquadramento dos servidores da JF, até o momento sem previsão de pagamento em todo o país.
Além da mobilização, colegas se manifestaram, na assembleia, sobre os problemas com o plano Unimed. De acordo com os relatos, há cada vez menos consultas oferecidas por ano, e as cobranças nos procedimentos estão acarretando endividamento de vários colegas.
Depois de passar informes sobre a assembleia da Justiça do Trabalho, ocorrida pouco antes, o diretor Cristiano Moreira relatou conversa telefônica, hoje pela manhã, com a secretária-geral do Conselho da Justiça Federal, Eva Maria Ferreira Barros, sobre o reenquadramento dos colegas auxiliares operacionais da JF. A informação é de que o relator do projeto deve ser designado em março.








