Depois de quase dois meses de greve, os professores e técnicos administrativos de institutos de educação e universidades federais tiveram seu direito à greve atacado, na última semana, pelo Superior Tribunal de Justiça. Em medida liminar, o STJ determinou a suspensão da greve, considerando o movimento abusivo.
O STJ proibiu também a realização de piquetes nas instituições de ensino, e estipulou multa diária que pode chegar a R$ 200 mil em caso de descumprimento da decisão. A medida do Tribunal foi tomada a partir de duas ações movidas pela Advocacia-Geral da União.
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Em nota em seu site, o Sinasefe defendeu a legitimidade da greve e acusou o governo de, através do Judiciário, tentar criminalizar os movimentos sociais. Disse ainda que a decisão do STJ fere o direito constitucional de greve, e que o movimento segue pelo menos até próxima Plenária Nacional do Sinasefe, que irá ocorrer nos dias 28 e 29 de junho: “quem decide a permanência ou não da greve nacional é a Plenária do Sinasefe”, diz a nota. Servidores de 19 estados participam do movimento.
Sintrajufe/RS, com informações da Agência Brasil e do Sinasefe








