Nesta quinta-feira, 21, na sede do Sintrajufe/RS, o Fórum Gaúcho em Defesa da Previdência fez uma reunião de organização da plenária de mobilização em defesa da Previdência, que ocorrerá no dia 27 de fevereiro, próxima quarta-feira, no auditório do Cpers (Rua Alberto Bins, 480). O encontro contou com a presença de diversas entidades integrantes do Fórum; o Sintrajufe/RS foi representado pelo diretor Cristiano Moreira.
O Fórum havia realizado sua primeira reunião de 2019 no dia 22 de fevereiro, quando foi definida a data da plenária. Nesta quinta, um dia depois do anúncio da proposta de reforma por Jair Bolsonaro (PSL), os sindicalistas discutiram a dimensão do ataque aos direitos previdenciários e como enfrentá-lo.
Foi definido que, na plenária do dia 27, será lançado um manifesto contra a reforma da Previdência, além de um calendário de mobilização. O objetivo é ampliar o máximo possível a participação dos movimentos sindical e social. Também foi discutida, preliminarmente, uma campanha usando vários meios (impressos, internet e outros) para informar a população sobre as mentiras do governo a respeito da Previdência e a real dimensão das perdas que uma eventual aprovação da proposta trará.
A plenária é aberta à participação de todos. A categoria está convocada a participar desta atividade que será mais um passo importante na defesa de nossos direitos à aposentadoria.
O Fórum
O Fórum Gaúcho em Defesa da Previdência foi criado em janeiro de 2017, quando começava a tramitar a reforma da Previdência apresentada por Michel Temer (MDB). Desde lá, o Fórum, reunindo dezenas de entidades, foi protagonista, junto com as centrais sindicais, da resistência à proposta do então governo. Realizou diversos atos públicos em Porto Alegre, atuou em Brasília e também judicialmente, conseguindo, barrar por alguns dias a propaganda governista sobre a reforma, que trazia informações mentirosas.
Realizando também plenárias de mobilização e debates, o Fórum vem construindo a fundamental unidade para combater os retrocessos que antes eram representados por Temer e agora o são pelo governo de Jair Bolsonaro.









