
No dia de hoje, sem o respaldo do voto popular, Temer assume o governo em definitivo, com o objetivo de aprofundar o ajuste fiscal já iniciado por Dilma. Desde o início da crise política, defendemos que a população pudesse escolher, de forma direta, seus governantes. Sabemos que, no próximo período, vem por aí reforma da Previdência, reforma trabalhista, congelamento de gastos públicos do lado de cá, como sempre, vai ter luta, vai ter resistência.
NENHUM DIREITO A MENOS!









