SINDICATO DOS TRABALHADORES DO JUDICIÁRIO FEDERAL E MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO - FUNDADO EM 28 DE NOVEMBRO DE 1998 - FILIADO À FENAJUFE E CUT

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Fenajufe oficia STF e cobra abertura de negociação por reposição salarial

Nesta terça-feira, 27, a Fenajufe oficiou o Supremo Tribunal Federal (STF) cobrando a abertura imediata da negociação salarial dos trabalhadores do Judiciário Federal. O ofí­cio foi providenciado e assinado pelo diretor da Fenajufe e do Sintrajufe/RS Cristiano Moreira, dando cumprimento à deliberação da última Plenária da Federação. Conforme argumentado no documento, a iniciativa ocorre em função da “proximidade do final de implementação do reajuste previsto na Lei n 13.317/2016, cuja última parcela será paga em 1º de janeiro de 2019”, a fim de impedir atrasos nas negociações que possam causar maior defasagem salarial para a categoria.

Desde o ano passado, o Sintrajufe/RS vem defendendo a necessidade de dar iní­cio com urgência à campanha salarial da categoria. Agora, quando a magistratura dá iní­cio à campanha nacional por reajuste em seus subsí­dios, mais do que nunca é necessário pressionar o STF para que os servidores não sejam ignorados e deixados de lado. De acordo com o ofí­cio, “entende-se oportuno e adequado discutir as demandas de forma conjunta, em respeito à isonomia de tratamento às legí­timas pautas de cada um dos segmentos e suas representações sindicais e associativas”.

Para Cristiano Moreira, “a luta por valorização da categoria nunca saiu de pauta, já que nossas perdas salariais não foram integralmente repostas pela conquista de 2016, mas é importante dar iní­cio imediatamente às negociações e evitar um congelamento salarial pela já habitual demora nas tratativas”. O dirigente lembra as reuniões realizadas com a Direção-Geral e Presidência do STF no ano passado, em que foi feita a mesma cobrança, e salienta que a vitória contra a reforma da Previdência de Temer deve servir de combustí­vel nessa nova luta. “É legí­timo que a magistratura busque suas pautas, mas seria inadmissí­vel deixar a categoria de lado na discussão orçamentária e ignorar nossa demanda, já apresentada há bastante tempo”, disse Cristiano. “A categoria precisa estar pronta para a mobilização, para colocar a luta por valorização na ordem do dia”, concluiu.

Veja AQUI o ofí­cio protocolizado junto ao STF.