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A informação não foi confirmada pelo governo, mas ministros e a própria Dilma vinham divulgando na imprensa a posição contrária, classificando o projeto como “incompatível” e “insustentável”, buscando colocar a opinião pública contra os servidores.
De acordo com a assessoria do STF, o secretário executivo do Ministério do Planejamento, Dyogo Henrique de Oliveira, telefonou para o Supremo e informou sobre o veto ao diretor-geral do STF, Amarildo Vieira. De acordo com publicado no site G1, a assessoria do Ministério do Planejamento não confirmou o veto, mas informou que o governo avalia conceder aos servidores do Judiciário reajuste de 21,3% a ser pago pelos próximos quatro anos, assim como oferecido aos servidores do Executivo. Conforme a assessoria, as negociações com a categoria continuarão nos próximos dias. Negociação que não existe, pois os servidores não foram chamados para qualquer conversa e rejeitaram, em todo o país, a vergonhosa proposta do governo, que não repõe sequer metade das perdas acumuladas.
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Com o veto, caberá ao Congresso Nacional decidir, em sessão  conjunta de deputados e senadores, se mantém ou se derruba o veto. A categoria já está trabalhando junto aos parlamentares. Em mobilização em Brasília, semana passada, as delegações do Sintrajufe/RS e de outros sindicatos fizeram uma atividade de convencimento e esclarecimento, conseguindo a assinatura de mais de 300 deputados e de 50 senadores em apoio ao PLC 28/15.
 
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A pressão da categoria sobre o governo foi intensa hoje, com uma vigília constante de servidores em Brasília, onde estão colegas do Rio Grande do Sul, enviados pelo Sintrajufe//RS. A categoria está realizando a maior greve de sua história e não aceita que um governo corrupto e que promove medidas que retiram direitos e desemprego use os servidores do Judiciário como bode expiatório.
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Lewandowski não tem coragem de se contrapor ao governo
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Por meio da assessoria do STF, o presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski, informou que aguardará a apreciação do veto da presidente da República pelo Congresso Nacional. Segundo informação divulgada pelo tribunal à imprensa, Lewandowski teria proposto veto parcial, para suprimir as primeiras parcelas da reposição, mas a hipótese já havia sido descartada pelo governo, segundo o Supremo.
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O Supremo teria informado à imprensa que deve voltar à mesa de negociações depois da publicação do veto e que não há expectativa de que o Congresso derrube o veto, uma vez que dirigentes do tribunal avaliam que a aprovação foi somente para desgastar Dilma. Ou seja, Lewandowski continua mantendo sua postura de não lutar pela reposição dos servidores. Não teve sequer a dignidade de procurar os representantes da categoria para dar a informação sobre o veto e já se adianta informando que não se manifestará. Novamente, não age como um chefe de Poder, mas como um comparsa de Dilma para arrochar os salários dos servidores.
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Nesta quarta-feira, o Comando Nacional de greve se reúne, em Brasília, para tratar do veto e de sua repercussão. Na quinta-feira, todos estão convocados para a assembleia geral da categoria, às 14h, na Casa do Gaúcho. Vamos manter a dignidade e derrotar a politica perversa do governo: não pagaremos a conta da crise, exigimos respeito e valorização.
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Sintrajufe/RS, com informações de G1









