SINDICATO DOS TRABALHADORES DO JUDICIÁRIO FEDERAL E MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO - FUNDADO EM 28 DE NOVEMBRO DE 1998 - FILIADO À FENAJUFE E CUT

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Dia 25, servidores públicos federais lançam campanha salarial no RS; confira a agenda de mobilização

 
 

No dia 25 de fevereiro, às 19h, será lançada a campanha salarial unificada dos servidores públicos federais no RS, em reunião ampliada do Fórum Gaúcho dos Servidores Públicos Federais no Sindisprev (Travessa Francisco Leonardo Truda, 40, 12º andar, Centro de Porto Alegre). A atividade é aberta aos trabalhadores de todas as categorias participantes do Fórum e nela serão debatidos os passos seguintes da mobilização, como agendamento do primeiro ato público deste ano e organização de uma assembleia unificada para o mês de março. Por isso, é fundamental a participação dos servidores do Judiciário Federal. A campanha salarial terá abertura nacional no mesmo dia, com ato em Brasí­lia. 

Agenda de mobilização

O lançamento da campanha salarial unificada abre a agenda de mobilização de 2015. Os trabalhadores do Judiciário Federal participarão da campanha salarial junto aos demais trabalhadores do serviço público, sem esquecer das especificidades de cada setor; no caso de nossa categoria, um dos pontos principais é a aprovação do PL 7.920/14.

Dia 4 de março19 horas
Atividade de conscientização sobre LER/Dort, no auditório das varas trabalhistas

Dia 14 de março, às 14h30min
Assembleia geral Sintrajufe/RS, no auditório das varas trabalhistas
Pauta: mobilização

Na avaliação da direção do Sintrajufe/RS, a situação de desvalorização da categoria pelo STF e pelo governo Dilma Rousseff (PT) só será revertida com forte mobilização. Segundo o diretor Cristiano Moreira, o iní­cio de 2015, com forte ajuste econômico, demonstra que o governo quer jogar a conta da crise sobre as costas dos trabalhadores. Será um ano duro, exigindo uma forte luta da categoria, em conjunto com o conjunto do funcionalismo, pela reposição das perdas e contra a retirada de direitos , disse o dirigente. Precisamos ir pra rua cobrar a dí­vida que Dilma e Lewandowski têm com nossa categoria, pois está claro que nada mudará se não exigirmos nós mesmos , concluiu.